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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O impacte ambiental proporcionado pelos consumos energéticos excessivos à custa de fontes de energia não renovável está na base da criação de legislação que obriga a diminuição dos consumos de energia em edifícios. Surge em 1990 o Regulamento das Características do Comportamento Térmico dos Edifícios RCCTE, a primeira base regulamentar em Portugal relativa às condições térmicas dos edifícios, com o objectivo generalizado de assegurar o conforto térmico das edificações, sem acréscimo do consumo energético.
As alterações introduzidas pelas revisões regulamentares desde a entrada em vigor do primeiro regulamento em 1990, consistem em alterações sucessivas da qualidade térmica mínima dos parâmetros que regem o comportamento térmico e os consumos de energia dos edifícios, como o coeficiente de transmissão térmica da envolvente, trazendo o aumento da resistência térmica dos edifícios.
Este trabalho tem como objectivo analisar o impacte causado por estas alterações no conforto térmico e no desempenho energético dos edifícios residenciais. Para alcançar o objectivo proposto, o trabalho recorre a uma metodologia que consiste em simulações das soluções construtivas características de cada época regulamentar. As simulações são feitas com o recurso à utilização da folha de cálculo proposta pelos regulamentos e através do programa EnergyPlus. Assim, com os resultados obtidos foi possível demonstrar que o aumento da resistência térmica da envolvente dos edifícios é responsável por um melhor comportamento térmico de edifícios no período de aquecimento, mas pode provocar problemas de sobreaquecimento no período de arrefecimento.
Descrição
Palavras-chave
Conforto térmico adaptativo Necessidades de energia EnergyPlus Regulamentação térmica
