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Orientador(es)
Resumo(s)
A computação e a capacidade de processamento são assuntos cada vez mais na ordem
do dia. Hoje em dia qualquer dispositivo incorpora um pequeno processador capaz de
realizar milhões de operações por segundo. No entanto, a exigência do processamento tem
crescido a um ritmo exponencial. Cada vez mais existe a necessidade de simular sistemas
que, para o estado de arte actual, pode demorar anos. A capacidade de processamento
tenta acompanhar este crescimento através de arquitecturas altamente paralelas, como as
GPUs, capazes de acelerar o processamento e diminuir o tempo até obter um resultado.
Uma outra solução, igualmente elegante, será optar por um novo tipo de computação.
A computação quântica surge como uma forma promissora para aumentar a capacidade
de processamento face aos computadores clássicos. Nos últimos anos esta área recebe
vultuosos investimentos de gigantes tecnológicas, com objectivo de construir o primeiro
computador quântico funcional. No entanto, este revela ter alguns problemas de implementação
e escalabilidade, uma vez que a sua implementação é baseada nos fenómenos fisicos
quânticos.
Ao tentar simplificar a abordagem da computação quântica, surge a computação transbooleana.
Nesta, parte-se do formalismo e dos fundamentos algébricos da mecânica quântica,
mas sem os implementar através de um sistema físico quântico. Tenta-se assim, com
base em sinais analógicos e o seu processamento, obter os mesmos resultados que a quântica
promete. Mostra-se que é possível implementar portas lógicas como a NOT, CNOT
e Hadamard, sem considerar ruído na codificação e nas operações. No entanto alguns
problemas surgem com o entrelaçamento e interferência.
Descrição
Palavras-chave
Teoria da Computação Computação Quântica Sinais e Sistemas Computação Trans-Booleana
