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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
De um modo geral, os recursos ambientais existentes em áreas protegidas determinam que a sua vocação principal é a conservação. Contudo esta deve ser assegurada, em parte, através do fomento de actividades
humanas complementares (florestais, agrícolas, cinegéticas, turístico-recreativas, entre outras), que promovem a
criação da identidade cultural constituindo um recurso de valor. Todas estas actividades, se promovidas segundo os princípios e pressupostos do desenvolvimento sustentável, podem tornar as áreas protegidas
extraordinariamente bem sucedidas.
No que respeita em particular ao turismo, um dos princípios fundamentais sobre os quais deve assentar a discussão acerca desta actividade em áreas protegidas, é precisamente a sua sustentabilidade, daí o conceito de turismo sustentável.
O trabalho desenvolvido analisa o modelo de ordenamento e gestão preconizado para as áreas protegidas com o objectivo de perceber qual a importância que o turismo tem assumido na definição da sua estratégia de
desenvolvimento.
O caso de estudo que se apresenta pretende ilustrar de que forma pode o turismo constituir uma actividade complementar da conservação da natureza, contribuindo activamente para o processo de desenvolvimento e conservação.
Descrição
Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para a obtenção do grau de Mestre em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental
