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Orientador(es)
Resumo(s)
Na Marinha Grande, a reunião de um conjunto de factores, entre os quais a existência de uma memória local, construída com base em redes familiares, sociais e laborais, permitiram que ali acontecessem, durante o período do Estado Novo, um conjunto de movimentos, de vária índole, que configuravam uma permanente resistência ao regime que então vigorava em Portugal.
Partindo de um momento primordial, o “18 de Janeiro de 1934”, e com base nas histórias de vida de quem protagonizou os referidos movimentos, pretende-se mapear a forma como a nível local é vivida esta dialéctica, que conjuga a realidade local, as orientações emanadas de um partido político, face a um Estado eminentemente totalitário, bem como, ver a forma como no presente esses movimentos se constituem como um importante reportório, sujeito a reapropriações várias e passível de novas reactivações.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Antropologia, Poder e Identidade
Palavras-chave
Marinha Grande Resistência Identidade Trabalho Operariado
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
