| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 7.9 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A formação é, actualmente, uma das preocupações mais pertinentes da
entidade empregadora. Na verdade, o investimento em recursos humanos
passou, também ele, a tomar parte nas estratégias empresariais, como
condição potenciadora da melhoria dos índices de produção da empresa.
Num passado recente, as medidas aplicadas em situações reflexivas,
análogas, de incremento a produtividade e a eficiência, resumiam-se apenas a
compra de equipamentos tecnologicamente avançados e inovadores e/ou à
melhoria das instalações industriais.
A nova concepção organizacional, sempre com o objectivo de tornar a
empresa mais competitiva e rentável, veio portanto revolucionar os meios de
gestão, acrescentando uma outra parcela ao pacote de 'medidas interventivas'
da responsabilidade da administração.
Perante o contínuo desenvolvimento das tecnologias e, em particular, das
novas Tecnologias da Informação e da Comunicação, foram surgindo
abordagens alternativas à formação, as quais apelam para a auto-formação e
para a utilização de novas tecnologias, seguindo uma via individualizada.
Neste contexto, assumiu particular interesse o estudo exploratório sobre a
aplicação do paradigma de formação emergente. Para tal, foi identificada
uma unidade industrial que englobasse, na sua estrutura, um Centro de
Auto-Aprendizagem no qual pudesse ser desenvolvido o trabalho de pesquisa
reportado aos novos processos de desenvolvimento de competências técnicas
e não-técnicas do indivíduo.
Descrição
Dissertação de mestrado em Ciências da Educação: área de Educação e Desenvolvimento
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Editora
Universidade Nova de Lisboa: Faculdade de Ciências e Tecnologia
