| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 552.63 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este artigo procura compreender, através do trabalho artístico de Gonçalo Mabunda e de Hilário Nhatugueja, como o Núcleo de Arte de Maputo leva a cabo uma “reciclagem” e reprodução dos ícones de guerra, de forma a criar toda uma produção identitária baseada na memória histórica. Debruço-me sobre a forma como as esculturas podem abrir espaço a um lugar de memória liminar que permite a negociação de significados e mnemónicas associadas à Guerra Civil, espelhando contramemórias coadas pelas experiências pessoais dos artistas. Analisa-se a capacidade expressiva e simbólica da linguagem escultórico-performativa enquanto comunicadora de significados sociais e políticos e como forma de mise-en-scène do “drama social”.
Descrição
UID/ANT/04038/2013
Palavras-chave
Escultura Performance Resistência Memória
