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Orientador(es)
Resumo(s)
Hoje assistimos a um interesse crescente e a um redimensionar multiorganizacional
da problemática da administração educacional em Portugal. Na verdade,
estão na ordem do dia os discursos sobre autonomia, descentralização,
territorialização das políticas educativas e partenariado, entre outros, e os
processos de gestão centrados na(s) escola(s). Neste contexto, a actual reforma
de administração escolar, enquanto "reforma decretada", expressa no D.L. no
172191 de 10 de Maio, veio permitir a entrada de novas parcerias, que se
distinguem pelas diferentes representações e expectativas em relação à escola.
Tomando como referência teórico-analítica a especificidade da escola como
organização e partindo do pressuposto que a perspectiva (micro)política analisa
o poder (a influência) dos actores no seio da organização, procurámos
estabelecer um percurso de análise que privilegiasse a complexidade dos
processos de negociação que os actores constroem e sua participação como
decisores no actual quadro da reforma de administração escolar.
Partindo do princípio que o conselho de escola é a principal "arena formal" para
a definição e confiontação política dentro da escola, dado que é o órgão de
direcção, e no qual têm assento as diversas parcerias institucionalizadas, este
estudo centrou-se nas lógicas e nas dinâmicas de um conselho de escola. E, para
corresponder aos pressupostos do estudo, observámos uma escola secundária
em aplicação experimental do "novo modelo" de direcção e gestão escolar.
Descrição
Dissertação de mestrado em Ciências da Educação: área de Educação e Desenvolvimento
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Editora
Universidade Nova de Lisboa: Faculdade de Ciências e Tecnologia
