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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Em Portugal, muitos edifícios não garantem as condições mínimas de conforto térmico.
Este facto deve-se à escassa regulamentação existente nesta área, sobretudo até 1990, e ao grande crescimento verificado no setor da construção civil. Neste tipo de edifícios o conforto térmico é reajustado à custa de um consumo energético muito elevado.
Todos estes fatores sugerem a necessidade de avaliar a capacidade de melhoria dos
edifícios, de forma a que, através da implementação de algumas soluções e medidas passivas adequadas, seja possível atingir níveis de conforto térmico aceitáveis sem recorrer a equipamentos e sistemas de climatização.
A presente dissertação visa caracterizar as condições de conforto térmico dos gabinetes do edifício de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.
O estudo do conforto térmico no edifício em estudo realizou-se através de duas vias
distintas. Realizou-se um questionário com o objetivo de conhecer a opinião dos ocupantes dos gabinetes relativamente ao conforto térmico. Posteriormente, realizou-se uma avaliação das condições de conforto térmico recorrendo às normas ASHRAE Standard 55 e EN 15251 e a uma ferramenta de simulação dinâmica (EnergyPlus).
Os resultados dos questionários e da análise da simulação dinâmica permitiram retirar
várias conclusões, a mais relevante sendo associada a um conforto térmico deficitário. Com base nas simulações realizadas concluiu-se ainda que a adoção de medidas passivas adequadas poderá aumentar os níveis de conforto térmico sem recorrer a sistemas de climatização, quer no Inverno quer no Verão.
Descrição
Palavras-chave
Conforto Térmico Adaptativo Edifícios Escolares EnergyPlus Avaliação com Questionários
