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Orientador(es)
Resumo(s)
Com este ensaio, proponho uma leitura da conexão regular, emn Almada Negreiros, entre uma teoria da invenção (ou da criação) e um discurso sobre a “humanidade” e as suas divisões, em particular a ideia e a realidade da “nação”. Pondo toda a ênfase em textos com o poder emblemático da conferência A Invenção do Dia Claro (1921) ou do poema Histoire du Portugal par coeur (1919-22), defenderei que a contínua solicitação da linguagem, do idioma e da escrita nos textos de Almada constitui uma linha de fuga crítica ao nacionalismo e outras formas de ideologia modernista.
Descrição
UID/ELT/00657/2013
Palavras-chave
Teoria da invenção Humanidade Nação Linguagem
