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Orientador(es)
Resumo(s)
A Arqueologia utiliza, como base do seu conhecimento, dados que se definem segundo dois vectores: o tempo e o espaço. Se o primeiro se prende com a inerência histórica do seu
estudo, o segundo reflecte a origem dos dados que trabalha. Qualquer que seja a
proveniência do objecto arqueológico em estudo – grande monumento ou pequeno artefacto
– o mesmo necessita de ser considerado não como um elemento individualizado mas como
mais um componente da paisagem: todo o elemento arqueológico requer contextualização
espacial para permitir traçar paralelos com outros tempos e espaços em estudo. A utilização
de SIG tem já o seu lugar assegurado em ciências que assentam, também elas no vector
espacial, como sejam a biologia ou o ambiente. Embora o mesmo seja uma realidade além
fronteiras, o mesmo não se pode dizer da investigação arqueológica em Portugal. Este
trabalho pretende abordar de forma simples, mas tão aprofundada quanto possível, diversos
componentes que constituem o todo conhecido como Sistemas de Informação Geográfica e a
sua utilização em Arqueologia: tipos de dados, bases de dados, cartografia, detecção remota e modelação.
Descrição
Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Ciência e Sistemas de Informação Geográfica
Palavras-chave
Análise espacial Arqueologia Bases de dados Cartografia Detecção remota Modelo preditivo Sistemas de informação geográfica Spatial analysis Archaeology Databases Cartography Remote sensing Predictive model Geographical information systems
