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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este trabalho é um alargamento de um estudo anterior (Jacinto et al, 2007) e efectua a análise da sinistralidade laboral em Portugal, em dois sectores de actividade económica: Indústrias Extractivas (sector C) e Indústrias da Madeira e da Cortiça e suas Obras (subsector DD), no período 2002-2006 (inclusivé). Para a análise são utilizados dados fornecidos pelo GEP(Gabinete de Estratégia e Planeamento) do Ministério do Trabalho e Solidariedade Social e oito variáveis cuja designação e classificação foram definidas pelo Projecto Europeu EEAT
(Estatísticas Europeias de Acidentes de Trabalho), liderado pelo Eurostat (2001).
Nesta tese começa-se por efectuar uma análise genérica, onde se identifica o “acidente típico”(acidente mais frequente) e se apresentam os principais indicadores dos dois sectores em estudo. Numa segunda fase, pretende-se estabelecer a diferença de padrões entre os acidentes mortais e não-mortais e tipificar os acidentes mais problemáticos através das pirâmides dos
acidentes. São também caracterizados os mecanismos causa-efeito para os “acidentes típicos”, mortais e não-mortais, de cada sector através de dois testes estatísticos (coeficiente R e coeficiente Phi). Estas duas ferramentas metodológicas são aplicadas não só ao nível do sector global, mas também ao seu desdobramento por faixas etárias.
Para o sector C (Indústrias Extractivas), os resultados obtidos neste e no estudo anterior não são, em geral, muito diferentes; a principal diferença observa-se na caracterização do“acidente típico” mortal. A análise do subsector DD (Madeira e Cortiça) constitui uma novidade relativamente ao anterior, porque é caracterizado pela primeira vez.
O estudo das relações causa-efeito entre categorias de variáveis tem como objectivo a
definição de estratégias prioritárias de prevenção. Para estabelecer essas relações, o
coeficiente Phi foi aplicado pela primeira vez, o que constitui outra das novidades deste trabalho. Em ambos os sectores, os resultados obtidos pelos dois testes estatísticos não diferem entre si; no entanto, o coeficiente R é um teste de aplicação mais rápida e os limites
da “força” das relações já estão pré-definidos, enquanto o coeficiente Phi implica um processo mais moroso e oferece maior liberdade na escolha dos limites da “força” das relações.
Descrição
Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau em Mestrado Integrado em Engenharia e Gestão Industrial
