FCSH: IFILNOVA – Outros
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- The epistemic dangers of journalistic balancePublication . Terzian, Giulia; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Cambridge University PressThe newsroom routine prescribing that public interest disagreements be covered in a balanced fashion is a cornerstone of informative journalism, particularly in the Anglo-American world. Balanced reporting has been frequently criticised by journalism and communication scholars on multiple grounds; most notoriously, for its tendency to devolve into false balance, whereby a viewpoint conflict is improperly portrayed as a dispute between epistemic equals. Moreover, a widely shared intuition is that peddlers of false balance are deserving of blame. This seems right; if the charge is to stick, however, we need a more detailed understanding of exactly why falsely balanced journalism is so problematic. This article fills some of these gaps by drawing on discussions in argumentation theory, to reconstruct the kind of inferential pattern set off by balanced reporting; social epistemology, to examine the kind of evidence produced by tokens of this format; and theories of pragmatic enrichment, to identify the mechanisms leading recipients to unwarranted conclusions about the reported topic.
- Apresentação. Educação e FilosofiaPublication . Bernardo, Luís Manuel A. V.; Departamento de Filosofia (DEF); Secção Autónoma de Educação e Formação Geral; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); CHAM - Centro de Humanidades
- Interview with Thomas LamarrePublication . Nassif, Lucas Ferraço; Viegas, Susana; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Instituto de Filosofia da NOVAOn March 8, 2024, Thomas Lamarre, from the University of Chicago, met with Lucas Ferraço Nassif and Susana Viegas at Colégio Almada Negreiros (FCSH-UNL) for an interview held on the eve of his seminar as part of the FILM AND DEATH activities. During their conversation, they addressed some of the themes and ideas that would later shape Thomas Lamarre’s talk, offering an early glimpse into the discussions to come.
- Anime’s Thinking ImagesPublication . Castello Branco, Patrícia; Viegas, Susana; Nassif, Lucas Ferraço; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Instituto de Filosofia da NOVA
- Perspectives on Ukrainian CinemaPublication . Castello Branco, Patrícia; Lihus, Mariia; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Instituto de Filosofia da NOVA
- Movement, embodiment, KinesemioticsPublication . Maiorani, Arianna; Evola, Vito; Petroni, Sandra; Bläsing, Bettina E.; Bateman, John A.; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Frontiers
- Cinema and Non-Western ThoughtPublication . Castello Branco, Patrícia; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Instituto de Filosofia da NOVA
- Introduction to Voragine’s Special DossierPublication . Viegas, Susana; Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA)
- Habitação própria e a justiça do Estado de direito nas execuções hipotecáriasPublication . Silva, Vera Martins; Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI)O presente artigo visa questionar a classificação econométrica simplista – binária – do impacto da legislação sobre as execuções hipotecárias – em protective e não protective – por conduzir à afirmação do sistema jurídico de direito continental (civil law) como mais protector do que o sistema jurídico de common law, porquanto no direito continental se garante a existência de um processo judicial – o que não acontece sempre nos sistemas jurídicos de common law. Argumenta-se no sentido de que só o conhecimento da prática judiciária – o momento da realização do direito – permitirá afirmar se existe, nomeadamente em Portugal, uma maior protecção face aos sistemas de common law – que privilegiariam os non-judicial settlements – porque a duração do processo judicial protege o devedor hipotecário. Pretende-se articular a análise econométrica da dimensão jurídica com a filosofia do direito. Questionamos a falta de alinhamento da função dos tribunais – administrar a justiça em nome do povo (artigo 202.º da CRP) – com a aceleração processual (abandonando o conceito de tempo razoável), com o automatismo (que não se coaduna com a realização da justiça no caso concreto), com o afastamento de facto do devedor hipotecário dos autos (não é obrigatória a constituição, mesmo que oficiosa, de um advogado), com a atribuição de tarefas judiciárias ao Agente de Execução, por colidirem com a função de validade crítica que cabe hoje aos tribunais, conforme defende Castanheira Neves.
- Nota IntrodutóriaPublication . Bernardo, Luís Manuel A. V.; Bart, Daniel; Lopo, Teresa; Departamento de Filosofia (DEF); Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA); University of Lusophone Humanities and TechnologyApresentação do Dossier: Discursos institucionais de autoridade sobre a Escola e os sistemas educativos: circulação e (re)produção de sentidos na investigação em educação
