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Desenvolvimento de indicadores de energia e clima associados ao conforto climático em edifícios residenciais: Mapeamento em 29 municípios portugueses

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Desde a revolução industrial que o Homem usa os combustíveis fósseis para a produção de energia. O desenvolvimento económico proporcionado pela utilização destas fontes de energia, e que assegurou uma melhor qualidade de vida de muitas sociedades, contribuiu para o aumento significativo da concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera. Muitos setores de atividade, como a indústria, serviços, transportes e residencial, têm vindo a aumentar a emissão direta ou indiretamente, de gases com efeito de estufa e poluentes acidificantes. No setor residencial a energia é utilizada para diversas finalidades, como, iluminação, confeção de alimentos, aquecimento de águas, aquecimento ambiente e arrefecimento ambiente. O principal objetivo da presente dissertação é o de obter novas estatísticas de energia ao nível de freguesia para aquecimento e arrefecimento ambiente. Foram calculadas as emissões de gases com efeito de estufa e acidificantes relativas à energia final consumida para estes usos no setor residencial, tendo em consideração o ano 2013. Consideraram-se os consumos de eletricidade, lenha, gás natural, GPL e gasóleo nas freguesias de 29 municípios portugueses, integrados no projeto ClimAdaPT. A metodologia IPCC foi usada para calcular estas emissões, e seguidamente procedeu-se ao seu mapeamento, recorrendo ao programa QGIS. Estimaram-se emissões de CO2e para vários cenários alternativos de consumos para aquecimento e arrefecimento ambiente no setor residencial daqueles municípios. A componente de eficiência energética é analisada, sugerindo-se medidas de redução de consumos energéticos relativos à climatização das habitações. Obtiveram-se estatísticas de energia ao nível de freguesia para estes usos, que podem suportar novas políticas públicas na área da energia sustentável e das alterações climáticas, ao nível local. Exemplos incluem: a freguesia de Castelo Branco atinge o máximo de emissões de CO2e, sendo o principal contributo as emissões geradas pela combustão de lenha para aquecimento ambiente; a freguesia de Madalena, pertencente ao município de Lisboa, apresenta a menor emissão de CO2e em Portugal Continental; o cenário REH, em que as necessidades habitacionais em aquecimento ambiente estão satisfeitas, implicaria o quíntuplo das emissões de CO2e, comparativamente ao estimado para 2013. Conclui-se que os municípios onde os invernos são mais frios ocorrem mais emissões de CO2e por alojamento e verifica-se que a maioria de emissões em conforto térmico estão associadas à combustão de lenha.

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Mapeamento de emissões Conforto térmico Gases com efeito de estufa Gases acidificantes Medidas de mitigação

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