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Modelação e avaliação de recursos de depósitos aluvionares diamantíferos: um caso de estudo em Angola

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Resumo(s)

Apresenta-se uma metodologia para a caracterização espacial de depósitos aluvionares diamantíferos e subsequente avaliação de recursos. Nestes depósitos, as ocorrências diamantíferas à escala regional são condicionadas pela rede hidrográfica, no entanto, à escala local, têm comportamento “quase” errático. Neste contexto, a que acresce o valor económico do diamante, a modelação do recurso é um problema desafiante e complexo. A metodologia proposta envolve a construção de um modelo morfológico a que se segue o modelo de quantidades. Estes submodelos foram construídos a 2D e a 3D para permitirem a comparação de quantitativos. A informação de partida foi obtida a partir de poços de amostragem e inclui espessura de estéril, possança de cascalho (formação diamantífera), número de pedras e quilates totais por camada de cascalho intersetada. A construção do modelo a 2D consiste na estimação por krigagem normal das variáveis: i) espessura total de estéril; ii) possança total de cascalho; iii) número de pedras por m3; iv) quilates totais por m3. Para a estimação destas duas últimas variáveis recorreram-se às respetivas variáveis auxiliares de acumulação. Seguidamente construiu-se um modelo a 3D do depósito. Para a morfologia, estabeleceu-se uma malha de blocos a 3D, com origem na interface com o substrato, e estimou-se a localização dos blocos com maior probabilidade de pertencerem a cascalho ou a estéril (formalismo da indica-triz). Para as variáveis de quantidade, separaram-se as formações de cascalho que são disjuntas entre si no modelo morfológico e estimaram-se, por krigagem normal, as variáveis de quantidade condicionadas aos valores observados nos poços. Os variogramas das variáveis morfológicas são de melhor qualidade comparativamente aos das variáveis de quantidade, significando que as estimações locais da morfologia são mais fiáveis. Os modelos a 2D e a 3D permitiram o cálculo dos recursos e também apresentar imagens da variação das quantidades no espaço. Os resultados dos modelos a 2D e a 3D são da mesma ordem de grandeza.

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Palavras-chave

Diamantes Depósitos diamantíferos aluvionares Lunda Norte Rio Chambuage Formação Calonda Estimação e simulação geoestatística

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