| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 2.57 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
De forma a tornar os sistemas de produção evolutivos uma realidade, devem ser elaboradas formas de implementar capacidades de auto-organização.
Os sistemas de produção evolutivos são compostos por módulos do sistema agentificados, os quais necessitam de interagir e colaborar entre eles. A aproximação de “Plug&Play” significa que a reprogramação desses módulos face às possíveis alterações deve ser evitada. Em vez disso os agentes organizar-se-ão entre eles de forma a conseguirem responder a todas as acções de montagem solicitadas. Para tal os agentes necessitam de conhecer informação sobre o módulo que representam:
funcionalidades, geometrias, dimensões, interfaces, limitações, entre outras.
Também as partes que irão compor o produto final, as instruções de montagem, e os
processos, devem ser definidos de uma forma abstracta e genérica para que o sistema tenha o máximo de liberdade para se auto-reconfigurar em caso de necessidade.
Esta tese visa mostrar como é que se pode definir as características sobre os
módulos de uma forma genérica, e que possam facilmente ser interpretadas pelo computador ou pelo utilizador. Por fim serão mostradas e detalhadas as interacções que mostram como é que a auto-organização surge.
Descrição
Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em
Engenharia Electrotécnica e de Computadores
Palavras-chave
Auto-organização Sistemas distribuídos Reconfigurabilidade Coligações dinâmicas
