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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação tem como objetivo principal estudar a resposta sísmica de
um novo tipo de ligação pilar-fundação caraterizada por ter ligas com memória
de forma (LMF) nas suas componentes. O objetivo principal na idealização da
mesma foi tentar que o dano surgisse apenas ao nível das LMF e também que os
deslocamentos máximos e residuais fossem menores. Nas ligas com memória de
forma explorou-se o seu efeito superelástico.
De modo a conhecer o funcionamento da nova ligação foram ensaiados quatro
modelos, de diferentes comprimentos de cabo, e testados segundo diversos
parâmetros como por exemplo o seu pré-esforço e a velocidade de carregamento.
Seguidamente, criou-se um modelo numérico baseado no Método dos Elementos
Finitos. Este foi calibrado com os resultados experimentais, através do diagrama
de tensão-extensão obtido para as ligas com memória de forma. Os resultados
obtidos foram bastante satisfatórios e próximos dos experimentais levando a
assumir que é possível prever o comportamento da ligação.
Numa segunda parte foi modelada no programa SeismoStruct uma estrutura
metálica com a nova ligação. Foi estudado o seu desempenho dinâmico
comparando sempre com a estrutura original tendo com esse objetivo sido criados
diversos modelos. De entre os vários obtiveram-se descidas nos deslocamentos
máximos na ordem dos 19% em alguns casos e nos deslocamentos residuais
de 45% face à estrutura original. Também a localização das rótulas plásticas
afastou-se da base dos pilares evitando por isso a formação de mecanismos.
Posto isto, foi possível concluir que a introdução da nova ligação levou a um
desempenho sísmico significativamente melhor da estrutura.
Descrição
Palavras-chave
Ligas com memória de forma Efeito superelástico Método dos elementos finitos Análise não linear dinâmica
