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Orientador(es)
Resumo(s)
Mais do nunca, o capital intelectual é hoje reconhecido como uma das principais alavancas do desempenho organizacional. Concorrendo este último para o fator competitividade das organizações, e estando todos nós a viver uma época em que a competitividade é fortemente encorajada dentro de um cenário de cariz profundamente económico, é de interesse perceber como se posicionam as organizações portuguesas e em Portugal relativamente ao conceito citado. Através de uma análise descritiva de caráter qualitativo e multicaso, o autor debruça-se, ao contrário da maioria dos estudos pesquisados sobre o assunto, não sobre o que é consensual que deve ser feito, as chamadas “boas prácticas”, mas sim sobre o que acontece no terreno, avançando com algumas possíveis sugestões de melhoria. Os resultados apontam no sentido de que o capital intelectual é ainda bastante negligenciado no seio das organizações, o que pode ser uma das causas do fraco desempenho do fator produtividade e, consequentemente da competitividade das mesmas. Não sendo possível retirar qualquer inferência estatística válida devido ao caráter generalista do estudo, este pode no entanto contribuir como mais uma peça no sentido de tornar mais explícito o assunto, já que os resultados apontam no mesmo sentido do das vastas fontes consultadas.
Descrição
Palavras-chave
Capital intelectual Desempenho organizacional Decidir Comunicar Agir Competitividade
