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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Considerado como o principal desafio do século XXI, o desenvolvimento sustentável é um objectivo amplamente perseguido pelas actividades económicas. Com o turismo, uma das principais actividades económicas a nível mundial, não foi diferente. É neste sentido que surgem alguns instrumentos que se dizem preparados para avaliar a sustentabilidade da actividade. Mas o que acontece se estes instrumentos não estiverem devidamente preparados para tal? É por este motivo que uma leitura crítica acerca da capacidade destes instrumentos é desejável, útil e necessária. Assim, o presente estudo buscou efectuar uma análise dos instrumentos de avaliação da sustentabilidade do turismo, identificando suas vantagens e limitações. A partir da análise de seis destes instrumentos (Sistema de indicadores de turismo sustentável, da UNWTO; o Sistema de Indicadores Estatísticos do Turismo da Macaronésia; o Core Set Indicator para o turismo sustentável, da Eurostat; o
Destination Scorecard, da National Geographic; o Barómetro de Sustentabilidade do Turismo; e a Pégada Ecológica do Turismo) e de cinco categorias de análise definidas a
partir dos Princípios de Bellagio, chegou-se à conclusão que nenhum dos instrumentos
demonstrou ser capaz de preencher todos os requisitos presentes nos Princípios de
Bellagio.
Descrição
Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental
Palavras-chave
Turismo Avaliação da sustentabilidade Ambientes insulares Princípios de Bellagio
