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Resumo(s)
Este artigo explora a dimensão sonora do Festival Lisboa Soa como uma plataforma para promover a consciência ambiental e abordar os impactos antropogénicos da poluição sonora no meio ambiente. Tendo como estudo de caso a análise do trabalho do artista greco-britânico Mikhail Karikis, esta investigação destaca o potencial da arte sonora na sensibilização do público para questões ecológicas e sociais. Através do trabalho de campo realizado no mês de julho de 2022, irei demonstrar como as práticas artísticas do festival contribuem para a construção da consciência e pedagogia ambiental, incentivando uma reavaliação da relação do indivíduo com o meio ambiente e a crise climática. Seguindo uma metodologia etnográfica, este estudo revela como a arte sonora pode provocar reflexões sobre o envolvimento do público com as atividades e elementos performativos do festival. Em última análise, enquadrado no tema da “Reinvenção”, este artigo pretende verificar o sucesso desta edição do Festival Lisboa Soa em aumentar a conscientização sobre questões da paisagem sonora urbana. Considerando este evento como um recurso fundamental para conceber respostas para a renovação do ambiente urbano sensorial e físico, reflito como Karikis utiliza a arte sonora como veículo para repensar a relação do indivíduo com o ambiente e a crise climática, onde o ambiente físico imediato é tomado como metáfora e forma de envolvimento coletivo, na reflexão sobre questões ambientais.
Descrição
UIDB/00472/2020
UIDP/00472/2020
Palavras-chave
Arte sonora Estudos sobre festivais Ativismo climático Sustentabilidade Acústica Sound art Festival studies Climate activism Sustainability Acoustics
