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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Context: People with neurodiversity, such as Autism Spectrum Disorder (ASD), may
struggle to integrate and succeed in society. As neurodiverse individuals increase in
software engineering, understanding and supporting their challenges, especially in code
reviews, are crucial. However, knowledge about these specific challenges remains limited.
Objectives: This study explores the experiences of individuals with ASD in diverse
software engineering contexts, aiming to create a more inclusive environment for neurodi-
vergent software engineers. We align with the United Nations’ Sustainable Development
Goals 4 (Ensure inclusive and equitable quality education) and 10 (Reduce inequality
within and among countries) to enhance the representation and success of individuals
with ASD in higher education and the software engineering industry.
Methods: The research uses the Socio-Technical Grounded Theory methodology, which
uses semi-structured interviews to formulate a theory on the skills and challenges of
individuals with ASD in software development. Seventeen individuals in software
engineering roles with ASD were interviewed, followed by an evaluation survey.
Results: Our research describes the strengths of autistic individuals in software devel-
opment, such as logical thinking, hyperfocus in programming, learning of new program-
ming languages, and attention to detail. We also highlight challenges such as preferring
written communication, adapting to new software, and social communication struggles,
stressing the need for tailored workplace support. Our proposed recommendations for
companies include flexible communication methods, structured training, supportive en-
vironments, and personalized professional development, aiming for inclusive workplaces
for autistic software developers.
Conclusions: Autistic individuals offer unique skills and traits in software development
and code reviews, differing from neurotypical individuals. With specific accommodations,
most challenges they face can be mitigated. Companies should actively consider them in
job applications due to their significant contributions.
Contexto: As pessoas com neurodiversidade, como a Perturbações do Espetro do Autismo (PEA), podem ter dificuldades em integrar-se e ter sucesso na sociedade. À medida que o número de indivíduos com neurodiversidade aumenta no campo da Engenharia de Software, é crucial compreender e apoiar os seus desafios, particularmente no contexto de revisões de código. No entanto, o conhecimento sobre estes desafios específicos continua a ser reduzido. Objetivos: Este estudo explora as experiências de indivíduos com PEA em diversos contextos de Engenharia de software, com o objetivo de promover um ambiente mais inclusivo para engenheiros de software neurodivergentes. Adicionalmente, alinhamos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 4 (Assegurar uma educação de qualidade inclusiva e equitativa) e 10 (Reduzir a desigualdade dentro e entre países) das Nações Unidas, com o objetivo de melhorar a representação e o sucesso dos indivíduos com PEA no ensino superior e n o setor da engenharia de software. Métodos: A investigação usa a metodologia de Socio-Technical Grounded Theory, que recorre a entrevistas semi-estruturadas para formular uma teoria sobre as competências e os desafios dos indivíduos com PEA no desenvolvimento de software. Entrevistámos 17 indivíduos em funções de Engenharia de Software com PEA, seguidos de um questionário. Resultados: A nossa investigação descreve os pontos fortes dos indivíduos com PEA no desenvolvimento de software, tais como o pensamento lógico, o híperfoco na programação, a aprendizagem de novas linguagens de programação e a atenção ao pormenor. Também destacamos desafios como a preferência pela comunicação escrita, a adaptação a um novo software e as dificuldades de comunicação social, sublinhando a necessidade de apoio personalizado no local de trabalho. As recomendações que propomos para as empresas incluem métodos de comunicação flexíveis, formação estruturada, ambientes de apoio e desenvolvimento profissional personalizado, com o objetivo de criar locais de trabalho inclusivos para programadores com PEA. Conclusões: Os indivíduos com PEA oferecem competências e características únicas no desenvolvimento de software e nas revisões de código, diferindo dos indivíduos neu- rotípicos. Com adaptações específicas, a maioria dos desafios que enfrentam pode ser atenuada. As empresas devem considerá-los ativamente em candidaturas de emprego devido às suas contribuições significativas.
Contexto: As pessoas com neurodiversidade, como a Perturbações do Espetro do Autismo (PEA), podem ter dificuldades em integrar-se e ter sucesso na sociedade. À medida que o número de indivíduos com neurodiversidade aumenta no campo da Engenharia de Software, é crucial compreender e apoiar os seus desafios, particularmente no contexto de revisões de código. No entanto, o conhecimento sobre estes desafios específicos continua a ser reduzido. Objetivos: Este estudo explora as experiências de indivíduos com PEA em diversos contextos de Engenharia de software, com o objetivo de promover um ambiente mais inclusivo para engenheiros de software neurodivergentes. Adicionalmente, alinhamos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 4 (Assegurar uma educação de qualidade inclusiva e equitativa) e 10 (Reduzir a desigualdade dentro e entre países) das Nações Unidas, com o objetivo de melhorar a representação e o sucesso dos indivíduos com PEA no ensino superior e n o setor da engenharia de software. Métodos: A investigação usa a metodologia de Socio-Technical Grounded Theory, que recorre a entrevistas semi-estruturadas para formular uma teoria sobre as competências e os desafios dos indivíduos com PEA no desenvolvimento de software. Entrevistámos 17 indivíduos em funções de Engenharia de Software com PEA, seguidos de um questionário. Resultados: A nossa investigação descreve os pontos fortes dos indivíduos com PEA no desenvolvimento de software, tais como o pensamento lógico, o híperfoco na programação, a aprendizagem de novas linguagens de programação e a atenção ao pormenor. Também destacamos desafios como a preferência pela comunicação escrita, a adaptação a um novo software e as dificuldades de comunicação social, sublinhando a necessidade de apoio personalizado no local de trabalho. As recomendações que propomos para as empresas incluem métodos de comunicação flexíveis, formação estruturada, ambientes de apoio e desenvolvimento profissional personalizado, com o objetivo de criar locais de trabalho inclusivos para programadores com PEA. Conclusões: Os indivíduos com PEA oferecem competências e características únicas no desenvolvimento de software e nas revisões de código, diferindo dos indivíduos neu- rotípicos. Com adaptações específicas, a maioria dos desafios que enfrentam pode ser atenuada. As empresas devem considerá-los ativamente em candidaturas de emprego devido às suas contribuições significativas.
Descrição
Palavras-chave
Autism Spectrum Disorder Software Engineering Neurodiversity Code Reviews
