Logo do repositório
 
A carregar...
Miniatura
Publicação

“Science isn't about WHY. It's about WHY NOT”

Utilize este identificador para referenciar este registo.
Nome:Descrição:Tamanho:Formato: 
Livro_de_resumos_IX_MTCC_1_-14-15.pdf122.88 KBAdobe PDF Ver/Abrir

Orientador(es)

Resumo(s)

Em primeira-pessoa e com apenas um engenho misterioso que cria portais, os videojogos Portal (2007) e Portal 2 (2011) (Valve Corporation) são, ainda hoje, considerados dos melhores títulos já produzidos. O seu enorme sucesso fomentou também a produção científica, principalmente na área STEM, da educação e da ciência. Contudo, uma das componentes fulcrais para a sua popularidade e relativamente negligenciada na academia é a sua dimensão musical. Nesta comunicação irei examinar o modo como Portal e Portal 2 colocam em acção a não-diegese musical no arco narrativo assente na relação antagónica entre protagonista e vilã. A ligação entre a literacia audiovisual e imersão do jogador através da dualidade musical do Outro (estranho como digital) e da humanidade (emoção como acústico) está intimamente relacionada com a interpretação ergódica e construção de significados da narrativa que se desenrola através do diálogo unilateral tanto empático (e irónico), como ameaçador entre personagens. Num quadro de indagação feminista sobre a ambiguidade identitária e feminilidade pós-humana, a crítica subjacente à própria instituição científica sublinha a atmosfera veiculada nos jogos e o funcionamento musical é cuidadosamente pensado não só como agente afectivo mas também, e principalmente, narrativo.

Descrição

UIDB/00693/2020 UIDP/00693/2020

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Unidades organizacionais

Fascículo