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Da promessa escrita à desilusão da escuta

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A música imaginária é um fenómeno feito de ausências, mas o seu silêncio promove a comunicação, a participação e a criação de novos significados. São vários os exemplos desta forma musico-literária que geram múltiplas materializações sonoras e diálogos entre leitores (feitos ouvintes), através dos quais podemos compreender expectativas e interpretações que viajam de um lado para o outro, entre a linguagem verbal e a música. Nesta comunicação, pretendo focar a canção fictícia “Kafka à beira- mar”, descrita na obra homónima (2002) de Haruki Murakami, e as várias interpretações musicais que dela resultaram, no sentido de traçar um percurso de transformações intermediais e caracterizar os vários papéis que o leitor pode assumir ao longo de todo o processo. Percorrendo diferentes terminologias – como a tradução, a transposição e a interpretação – espero esclarecer os critérios desta relação intersemiótica e demonstrar que a música imaginária se pode revelar uma ferramenta metodológica importante para a compreensão da nossa relação cognitiva com o som musical.

Descrição

UIDB/00693/2020 UIDP/00693/2020

Palavras-chave

Música Imaginária Metodologia Semiótica

Contexto Educativo

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