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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Repetitive tasks can lead to long-term cardiovascular problems due to continuous
strain and inadequate recovery, resulting in inflammatory processes. The automobile
operators on the assembly line are exposed to these risks when workload volume varies
according to the workstation type.
Despite these concerns, current ergonomic assessments focus primarily on biome-
chanical aspects and rely on sometimes, subjective and time-consuming metrics, over-
looking cardiovascular and respiratory adaptations to workload variations.
The aim of this study was to analyse the cardiorespiratory response to different work-
load volumes and ergonomic risk tasks in the context of an automotive assembly line.
Sixteen male operators (age=38.38±8.33 years; BMI=25.27±2.54 kg.m²) volunteered
from three workstations (H1, H2 and H3) with different work cycle durations (1, 3 and 5
minutes respectively). Electrocardiogram (ECG), respiratory inductance plethysmogra-
phy (RIP) and accelerometer (ACC) data were collected during their work shift.
The results showed significant differences in the evolution and between workstations
in several key indicators of cardiovascular load (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.027]), heart rate variability
(𝑝 ∈ [0.001, 0.018]), respiratory frequency (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.035]), its variability (𝑝 ∈ [<
0.001, 0.028]) and thoraco-abdominal coordination (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.042]).
Some common variables to all workstations, of adaptation, were also encountered, in
standard deviation of the RR intervals (p=0.032) and in abdominal respiratory rate range
(p=0.026) and standard deviation (p<0.001). These indicators also showed to be useful in
the discrimination of tasks that lie in distinct ergonomic risk ranks.
The workload volume and work phase both influenced the cardiorespiratory acute
response of the operators on the automobile assembly line.
Tarefas repetitivas podem levar a problemas cardiovasculares a longo-prazo, por meio de esforço contínuo e tempo de recuperação inadequado, instigando vias inflamatórias. Em linhas de montagem automóvel os trabalhadores estão sujeitos a este tipo de risco quando o volume de trabalho varia de acordo com o posto de trabalho. Apesar disto, as avaliações ergonónimcas actuais centram-se na medida de parâme- tros biomecânicos do trabalho, recorrendo a métodos, muitas vezes, subjetivos e demo- rados, que não têm em conta as adaptações fisiológicas a diferentes cargas de trabalho. O objetivo deste estudo foi analisar a resposta cardiorrespiratória a volumes de traba- lho e riscos ergonómicos distintos no contexto de uma linha de montagem na indústria automóvel. Dezasseis trabalhadores do sexo masculino (idade=38.38±8.33 anos ; IMC=25.27±2.54 kg.m²) de três postos da linha de montagem (H1, H2 e H3) com tempos de ciclo distintos (1, 3 e 5 minutos respetivamente) voluntariaram-se para o estudo. A recolha de dados do Eletrocardiograma(ECG), pletismografia de indutância respi- ratória(RIP) e Acelerómetro(ACC), foi feita num período do seu turno. Os resultados apresentaram diferenças significativas na evolução e entre tarefas de volume distintos nas métricas de carga cardiovascular (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.027]), variabilidade da frequência cardíaca (𝑝 ∈ [0.001, 0.018]), frequência respiratória (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.035]), na sua variabilidade (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.028]) e na coordenação toracoabdominal (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.042]). Algumas variáveis de adaptação comum entre postos de trabalho foram encontradas, no desvio padrão dos intervalos RR (p=0.032) e na amplitude (p=0.026) e desvio padrão (p<0.001) da frequência respiratória. Estes indicadores também se mostraram úteis na distinção entre tarefas com classificação de risco ergonómico específicos. O volume de trabalho e a fase da recolha, ambos influenciaram a resposta cardiorres- piratória aguda dos trabalhadores na linha de montagem automóvel.
Tarefas repetitivas podem levar a problemas cardiovasculares a longo-prazo, por meio de esforço contínuo e tempo de recuperação inadequado, instigando vias inflamatórias. Em linhas de montagem automóvel os trabalhadores estão sujeitos a este tipo de risco quando o volume de trabalho varia de acordo com o posto de trabalho. Apesar disto, as avaliações ergonónimcas actuais centram-se na medida de parâme- tros biomecânicos do trabalho, recorrendo a métodos, muitas vezes, subjetivos e demo- rados, que não têm em conta as adaptações fisiológicas a diferentes cargas de trabalho. O objetivo deste estudo foi analisar a resposta cardiorrespiratória a volumes de traba- lho e riscos ergonómicos distintos no contexto de uma linha de montagem na indústria automóvel. Dezasseis trabalhadores do sexo masculino (idade=38.38±8.33 anos ; IMC=25.27±2.54 kg.m²) de três postos da linha de montagem (H1, H2 e H3) com tempos de ciclo distintos (1, 3 e 5 minutos respetivamente) voluntariaram-se para o estudo. A recolha de dados do Eletrocardiograma(ECG), pletismografia de indutância respi- ratória(RIP) e Acelerómetro(ACC), foi feita num período do seu turno. Os resultados apresentaram diferenças significativas na evolução e entre tarefas de volume distintos nas métricas de carga cardiovascular (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.027]), variabilidade da frequência cardíaca (𝑝 ∈ [0.001, 0.018]), frequência respiratória (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.035]), na sua variabilidade (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.028]) e na coordenação toracoabdominal (𝑝 ∈ [< 0.001, 0.042]). Algumas variáveis de adaptação comum entre postos de trabalho foram encontradas, no desvio padrão dos intervalos RR (p=0.032) e na amplitude (p=0.026) e desvio padrão (p<0.001) da frequência respiratória. Estes indicadores também se mostraram úteis na distinção entre tarefas com classificação de risco ergonómico específicos. O volume de trabalho e a fase da recolha, ambos influenciaram a resposta cardiorres- piratória aguda dos trabalhadores na linha de montagem automóvel.
Descrição
Palavras-chave
Workload Cardiorespiratory adaptations Occupational Health Operator Automobile Industry Industry 4.0
