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Vivemos em sociedades onde a comunicação é uma constante, desafiando-nos a uma permanente interação e esgotando a nossa atenção. Estamos imersos em ambientes comunicacionais fortemente mediados por ecrãs que nos estimulam, prendem, sugerem ou, simplesmente, nos distraem. Acresce a dispersão e a estimulação sensorial que o ecossistema digital exerce sobre o processo percetivo. Sendo a publicidade uma admirável ferramenta nesta engrenagem, enfrenta, tal como outras áreas de comunicação, o problema da perceção seletiva e do consequente “simplesmente desligar” face à sobreposição de mensagens e de imagens que se anulam umas às outras. A atenção é um bem escasso e o ruído — psicológico, físico, fisiológico ou semântico — é uma ameaça à eficácia da comunicação. Será que só notaremos a falta das imagens e, subsequentemente, da publicidade quando elas nos faltarem, como defendia Vilém Flusser (1984) em Filosofia da Caixa Preta. Ensaios Para uma Futura Filosofia da Fotografia?
Descrição
UIDB/05021/2020
UIDP/05021/2020
Palavras-chave
Publicidade Atenção Sociedade Hiperestimulação Eficácia
Contexto Educativo
Citação
Editora
UMinho Editora/CECS
