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A direct economic burden analysis of Acute Coronary Syndromes (ACS) from the Portuguese National Health Service (NHS) perspective: 2002-2022

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ABSTRACT - Aim: Estimate the average direct cost per Acute Coronary Syndromes (ACS) in-patient episodes by diagnosis, ST-elevation myocardial infarction (STEMI), non-ST elevation myocardial infarction (NSTEMI), Unstable Angina (UA) and Undetermined AMI (Acute Myocardial Infarction), its evolution between 2002 and 2022, and the total direct economic burden of ACS hospitalisations for the Portuguese National Health Service (NHS). Methods: We used the Portuguese Registry of Acute Coronary Syndromes (61,440 ACS hospitalisations). A direct cost analysis was conducted. As resources, we considered health professional salary’s, non-medical resources used during in-patient stays, laboratory and diagnostic tests, interventional cardiology procedures, pharmaceuticals, hospitalisation-related complications, rehabilitation, and death. Results: The average cost per ACS patient from 2002 to 2022 was 6,289.84 € (SE 30.74 €). STEMI, male, deceased and younger patients had a higher average cost. Over time, cost trends fluctuated, increasing until 2011 and then gradually decreasing until 2022, apart from 2020. Considering the total universe of 292,187 ACS-hospitalisations, the Portuguese NHS incurred in a direct economic burden of 1,819,293,922.61 € over the complete period. Conclusion: ACS represents a significant direct cost and economic burden for the NHS.
RESUMO - Objetivo: Estimar o custo direto médio por episódio de internamento de síndrome coronária aguda (SCA), por diagnóstico, enfarte agudo do miocárdio com elevação do segmento ST (STEMI), enfarte agudo do miocárdio sem elevação do segmento ST (NSTEMI), angina instável (AI) e enfarte agudo do miocárdio (EAM) indeterminado, a sua evolução entre 2002 e 2022, e a carga económica direta total dos internamentos por SCA no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Métodos: Utilizámos o Registo Nacional de Síndromes Coronárias Agudas (61.440 hospitalizações). Foi conduzida uma análise de custo direto. Como recursos, foram considerados os salários dos profissionais de saúde, os recursos não médicos utilizados durante o internamento, os exames laboratoriais e de diagnóstico, os procedimentos de cardiologia de intervenção, os fármacos, as complicações hospitalares, a reabilitação e a morte. Resultados: O custo médio por doente foi de 6.289,84 € (SE 30,74 €). Pacientes STEMI, do sexo masculino, que faleceram e mais jovens tiveram um custo médio mais elevado. Ao longo do tempo, as tendências de custo flutuaram, aumentando até 2011 e depois diminuindo gradualmente até 2022, com exceção de 2020. Considerando o total de 292.187 hospitalizações por SCA, o SNS português incorreu numa carga económica direta de 1.819.293.922,61 €. Conclusões: As SCA representam um custo médio direto e uma carga económica substancial para o SNS.

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Palavras-chave

Acute Coronary Syndrome Acute Myocardial Infarction Unstable Angina Cost analysis Economic Burden of Disease Síndrome Coronária Aguda Enfarte Agudo do Miocárdio Angina Instável Custos Carga económica

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