| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.37 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Nos finais da Idade Média, a Coroa foi assumindo um papel cada vez mais interventivo na regulação e reorganização da assistência aos pobres e doentes. Caminhava-se, então, no sentido da reforma que se veio a concretizar de forma mais sistemática no reinado de D. Manuel I e que estabeleceu um modelo assistencial centralizado, com maior envolvimento do monarca, como principal protetor dos corpos sociais, em particular dos mais vulneráveis. Este artigo tem por objetivo analisar a crescente intervenção do poder régio nas instituições hospitalares, nos séculos XV e XVI, e a reforma assistencial dela resultante. Nesta abordagem privilegiaremos a cidade de Coimbra como estudo de caso, para compreendermos como se desenvolveu este fenómeno no Portugal tardo- -medieval. Para isso, focaremos as principais medidas e manifestação prática da ingerência da Coroa na administração e funcionamento dos estabelecimentos caritativos, integrando-as na reforma da assistência e avaliando o seu impacto no quotidiano dos hospitais estudados e nos cuidados prestados aos pobres e doentes que acolhiam.
Descrição
UIDB/00749/2020
UIDP/00749/2020
Palavras-chave
Hospitais urbanos Intervenção régia Reforma da assistência Coimbra Séculos XV-XVI
Contexto Educativo
Citação
Editora
IEM/CHAM/Câmara Municipal de Castelo de Vide
