| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 304.17 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Na Baixa Idade Média, a realização de obras públicas foi um elemento fundamental da governança urbana. Não obstante, a este nível e em contexto português, a cidade de Lisboa, – que, em finais do século XIV, já detinha o estatuto de «cabeça do reino» –, foi um espaço excecional, destacando-se pela frequência e, em alguns casos, pela envergadura dos trabalhos de construção e reparação levados a cabo ao longo dos séculos XIV e XV. Uma vez que esses trabalhos implicavam necessariamente uma panóplia de gastos, por vezes bastante avultados, a sua execução representou um pesado encargo, obrigando à articulação de diferentes mecanismos de financiamento e a um diálogo contínuo com o poder régio. Neste sentido, o presente texto pretende dar a conhecer os diferentes recursos (judiciais, fiscais e financeiros, principalmente) utilizados pela edilidade lisboeta e as estratégias desenvolvidas de forma a suportar os custos subjacentes às obras públicas da cidade. Deste modo, poderá refletir-se sobre o impacto que o seu financiamento terá tido na gestão das finanças locais e sobre o grau de autonomia do concelho face à Coroa ao nível da sua administração financeira.
Descrição
UIDB/00749/2020
UIDP/00749/2020
Palavras-chave
Idade Média Poder Municipal Obras públicas Finanças Fiscalidade
Contexto Educativo
Citação
Editora
IEM - Instituto de Estudos Medievais / Câmara Municipal de Castelo de Vide
