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Orientador(es)
Resumo(s)
Sabemos que interpretação, qualquer que ela seja, implica uma escolha. Sabemos que
essa escolha, muitas vezes também, implica controvérsia. No caso da música ela é
fulcral (a escolha e a controvérsia) uma vez que a obra não vive sem o acto
performativo. Essa vida de que falo refere-se a um público. à óbvio que a
controvƩrsia alimenta muitas das teorias apresentadas desde sempre pelos mais
diversos pensadores musicais e é, por si só, uma razão importante da prÔtica musical
pensada e escrita.
A Winterreise de Schubert contém amplo material de discussão respeitante às vÔrias
escolhas. Neste trabalho vou observar em primeiro lugar as escolhas do compositor
em relação ao texto poético para seguidamente me debruçar sobre o espaço que resta,
ou não, ao intérprete.
SerĆ” apresentada uma anĆ”lise harmónica e rĆtmica das canƧƵes e uma perspectiva das
vÔrias escolhas interpretativas postas por um grupo variado de intérpretes teóricos e
prĆ”ticos, apoiando-me na muita literatura musicológica disponĆvel sobre este tema.
Descrição
Palavras-chave
Schubert Winterreise Movimento de andar Interpretação Obsessão Walking movement Interpretation Obsession
