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A Península de Setúbal na Idade Moderna

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Entre os séculos XV e XIX a Península de Setúbal foi palco de diversas actividades económicas e sociais que a puseram em contacto com um mundo globalizado. A sua localização e produção de sal fez com que cidades como Setúbal ou vilas como Almada crescessem em função tanto do Rio Sado e do Rio Tejo, respectivamente, importando produtos de todo o mundo, que eram utilizados em contextos domésticos de grande variedade económica e social. O objectivo deste texto é uma leitura crítica dos resultados arqueológicos que se conhecem nesta região e de que forma essas evidências inserem este território numa dinâmica de relações globalizadas que traz bens e pessoas de diversas regiões, que se encontram e relacionam neste território. Between the 15th and 19th century the Setúbal Peninsula was the stage of several economic and social activities generating contacts in a globalized world. Its location and the production of salt made cities such as Setúbal and villages such as Almada grow in straight relation with the rivers Sado and Tagus, respectively. These urban centres imported products from around the world used in domestic contexts with an enormous economic and social variety. This paper aims to do a critical analysis of the archaeological knowledge in this territory in the Early Modern Age and how that evidence reveals how the Setúbal Peninsula reacted to a globalized world with people and commodities from around the globe.

Descrição

UIDB/04004/2020 UIDB/00698/2020 UIDP/00698/2020 DL 57/2016/CP1453/CT0084

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

UNIARQ - Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa/ Câmara Municipal do Seixal/ Centro de Arqueologia de Almada

Licença CC