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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Num tempo demasiado curto, no que ao tempo histórico diz respeito e, em condições completamente sem precedentes nos sistemas educativos de todo o mundo, os anos letivos de 2019/2020 e 2020/2021 obrigaram à introdução de enormes alterações nos processos de ensino-aprendizagem em todos os níveis de ensino, incluindo o superior. Sem qualquer formação ou experimentação prévias, foi necessário mudar desde modalidades de trabalho (presencial, remoto ou misto) a formas e tipos de avaliação das aprendizagens. A maior mudança, contudo, verificou-se na área dos recursos educativos pedagógicos e das formas de comunicação entre professores/as e estudantes e entre estudantes. Este capítulo visa a partilha de duas experiências de Ensino Remoto de Emergência, que decorreram durante aqueles dois anos letivos, responsáveis por mudanças efémeras e/ou duradouras nas práticas no ensino da História e da Cidadania, na formação inicial de professores/as e educadores/as e na formação de animadores/as socioculturais. Pretende-se que este capítulo constitua uma reflexão das equipas docentes envolvidas sobre desafios e constrangimentos encontrados, a procura de formação na área dos recursos tecnológicos e metodologias adequadas a situações de ensino e aprendizagem a distância e, num último ponto, as implicações destas experiências em mudanças concretas introduzidas na prática docente, mesmo após o regresso ao regime presencial.
Descrição
UIDB/04209/2020
UIDP/04209/2020
Palavras-chave
Ensino e aprendizagem da História Pandemia Formação de animadores/as socioculturais Formação Inicial de professores/as e educadores/as Ensino Remoto de Emergência
Contexto Educativo
Citação
Editora
Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Lisboa
