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Effects of oxytocin and testosterone administration on the aggression toward sexually-objectified women. An electroencephalographic investigation

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Resumo(s)

In an era where sexual objectification has emerged as a concerning precursor of sexual harassment and aggressive behavior toward women, understanding the underlying mech- anisms of such behavior is of fundamental relevance. The current study aimed to explore the extent to which two neuromodulators, Oxytocin (OT) and Testosterone (T), influence aggressive behavior toward sexualized and non-sexualized women. This study employed a double-blind, placebo-controlled, randomized experiment with a between-subject cross-administration of OT and T. To assess aggression, 45 healthy male participants competed in a reaction time task, the Taylor Aggression Paradigm (TAP), facing two opponents: a sexualized and a non-sexualized woman. Event-related potentials (ERPs) during the decision and outcome phases of the TAP were analyzed to investigate the cognitive mechanisms underlying aggressive behavior. Due to data sample limitations, the between-subject variable of the drug group was kept blinded for the analysis. Behavioral results revealed higher levels of aggression toward the non-sexualized opponent compared to the sexualized opponent in drug group 1. In the decision phase, participants did not exhibit significant differences in decision- related negativity (DRN) – an ERP component linked to inhibitory processes of aggression. However, a centro-parietal positivity (CPP) - an ERP associated with perceptual decision- making - emerged in the decision phase, showing higher values toward the sexualized than the non-sexualized opponent. Moreover, CPP differences between opponents were higher in drug groups 2 and 3. In the outcome phase, the feedback-related negativity (FRN) – an ERP reflecting the outcome valence evaluation – was larger in losing than in winning trials. Moreover, FRN was modulated by the drug groups, exhibiting a higher difference between outcomes in drug group 2. These findings provide preliminary insights into the modulatory effect of OT and T on aggressive behavior, indicating their influence on social interaction with sexualized and non-sexualized women.
Numa era em que a objetificação sexual tem emergido como um preocupante precursor de assédio sexual e de agressão perante mulheres, compreender os mecanismos subjacentes deste comportamento torna-se de fundamental relevância. O presente estudo teve como objetivo explorar em que medida dois neuromoduladores, Oxitocina (OT) e Testosterona (T), influenciam a agress˜ao perante mulheres sexualizadas e n˜ao-sexualizadas. Este estudo implementou uma experiência com um design duplamente cego, contro- lado por placebo, randomizado, com uma administração cruzada de OT e T. Para avaliar agressão, 45 participantes saudáveis do sexo masculino participaram num paradigma, o Taylor Aggression Paradigm (TAP), enfrentando duas oponentes: uma mulher sexuali- zada e uma mulher não-sexualizada. Os potenciais evocados durante as fases de decisão e resultado do TAP foram analisados para investigar os mecanismos cognitivos subjacentes ao comportamento agressivo. Devido a limitações na amostra de dados, a constituição farmacológica dos grupos continuou a ser uma incógnita. Os resultados comportamentais revelaram níveis mais ele- vados de agressão dirigidos `a oponente não-sexualizada do que `a sexualizada no grupo de fármacos 1. Na fase de decis ˜ao, os participantes n ˜ao mostraram diferenças significantes no decision-related negativity (DRN) - um potencial evocado associado a processos inibitórios da agressão. Contudo, o centro-parietal positivity (CPP) - um potencial evocado associado a decisões perceptuais - surgiu na fase de decisão, mostrando valores superiores contra a oponente sexualizada do que `a não-sexualizada. Diferenças no CPP entre oponentes foram evidenciadas nos grupos de fármacos 2 e 3. Na fase de resultado, o feedback-related negativity (FRN) - um potencial evocado que reflete a avaliação da valência do resultado - mostrou ser maior quando os participantes perdiam, e mostrou ser modulado pelos grupos de fármacos, exibindo uma maior diferença no grupo de fármacos 2. Estes resultados fornecem visões preliminares valiosas sobre o efeito modulador da OT e T no comportamento agressivo, indicando a sua influência em interações socais com mulheres sexualizadas e não-sexualizadas.

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Palavras-chave

Sexual objectification aggression neuromodulators event-related potentials

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