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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Therapy can be a long and tedious process where progress is usually not immediately
visible. This slow process can discourage younger patients, especially children who do not
understand exactly what they are doing. Serious Games can help in these situations since
they are games designed for a primary purpose other than pure entertainment. These
games can be helpful as therapy tools because they promote engagement on the side of
the patients, which in turn will make them feel more motivated to follow the therapeutic
programme.
In order to develop a game with a meaningful experience for users, beyond the fun
of playing it, which helps them in their therapy, experts in the area need to be involved
through close collaboration throughout the whole research process. Therefore, we de-
veloped a game suite for the therapy of children with disabilities following a co-design
process that included Cresce com Amor as the partner clinic. Cresce com Amor provided
therapy expertise to the research team, collaborating in several phases of the process.
Furthermore, by developing a classification system for serious games, based on the
International Classification of Functioning, Disability and Health (ICF), which matches
each game with body functions and therapy areas, we intend to support the classification
of serious games in order to make them more suitable for their ultimate purpose. An
in-house developed platform, called PLAY, supports the games by acting as a repository
for the data collected and giving the therapists an interface to interact with and adjust
the game parameters.
The games use different interaction methods, other than the usual keyboard and
mouse, to allow patients to seamlessly perform exercises that simulate the ones done
in current traditional therapy sessions. By using off-the-shelf controllers, such as the
balance board and dance mat, we can translate real-life movements more naturally into
character movements in the virtual space.
A terapia pode ser um processo longo e tedioso onde o progresso geralmente não é imedi- atamente visível. Este processo lento pode desencorajar os pacientes mais jovens, especi- almente as crianças que não entendem exatamente o que estão a fazer. Jogos Sérios podem ajudar nestas situações, uma vez que são jogos concebidos com um propósito principal que não seja apenas entretenimento. Estes jogos podem ser úteis como ferramentas te- rapêuticas porque promovem o envolvimento do lado dos pacientes, o que, por sua vez, fará com que se sintam mais motivados para seguir o programa terapêutico. Para desenvolver um jogo com uma experiência significativa para os utilizadores, para além da diversão de jogar, que os ajude na sua terapia, os especialistas na área precisam de estar envolvidos através de uma estreita colaboração ao longo de todo o processo de investigação. Assim, desenvolvemos uma suite de jogos para a terapia de crianças com incapacidades seguindo um processo de co-criação que incluiu a Cresce com Amor como clínica parceira. A Cresce com Amor adicionou conhecimentos terapêuticos à equipa de investigação, colaborando em várias fases do processo. Além disso, ao desenvolver um sistema de classificação para jogos sérios, baseado na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), que combina cada jogo com funções corporais e áreas de terapia, pretendemos apoiar a classificação de jogos sérios, a fim de torná-los mais adequados ao seu propósito final. Uma plataforma desenvolvida internamente, chamada PLAY, suporta os jogos, agindo como um repositório para os dados coletados e dando aos terapeutas uma interface para interagir e ajustar os parâmetros do jogo. Os jogos utilizam diferentes métodos de interação, além do habitual teclado e rato, para permitir que os pacientes realizem exercícios que simulam os que são feitos nas sessões de terapia tradicional atuais. Usando controladores comerciais, "prontos para uso", como a balance board e o dance mat, podemos traduzir de forma mais natural movimentos da vida real em movimentos de personagens no espaço virtual.
A terapia pode ser um processo longo e tedioso onde o progresso geralmente não é imedi- atamente visível. Este processo lento pode desencorajar os pacientes mais jovens, especi- almente as crianças que não entendem exatamente o que estão a fazer. Jogos Sérios podem ajudar nestas situações, uma vez que são jogos concebidos com um propósito principal que não seja apenas entretenimento. Estes jogos podem ser úteis como ferramentas te- rapêuticas porque promovem o envolvimento do lado dos pacientes, o que, por sua vez, fará com que se sintam mais motivados para seguir o programa terapêutico. Para desenvolver um jogo com uma experiência significativa para os utilizadores, para além da diversão de jogar, que os ajude na sua terapia, os especialistas na área precisam de estar envolvidos através de uma estreita colaboração ao longo de todo o processo de investigação. Assim, desenvolvemos uma suite de jogos para a terapia de crianças com incapacidades seguindo um processo de co-criação que incluiu a Cresce com Amor como clínica parceira. A Cresce com Amor adicionou conhecimentos terapêuticos à equipa de investigação, colaborando em várias fases do processo. Além disso, ao desenvolver um sistema de classificação para jogos sérios, baseado na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), que combina cada jogo com funções corporais e áreas de terapia, pretendemos apoiar a classificação de jogos sérios, a fim de torná-los mais adequados ao seu propósito final. Uma plataforma desenvolvida internamente, chamada PLAY, suporta os jogos, agindo como um repositório para os dados coletados e dando aos terapeutas uma interface para interagir e ajustar os parâmetros do jogo. Os jogos utilizam diferentes métodos de interação, além do habitual teclado e rato, para permitir que os pacientes realizem exercícios que simulam os que são feitos nas sessões de terapia tradicional atuais. Usando controladores comerciais, "prontos para uso", como a balance board e o dance mat, podemos traduzir de forma mais natural movimentos da vida real em movimentos de personagens no espaço virtual.
Descrição
Palavras-chave
Co-Design Serious Game Therapy Human–Computer Interaction Natural User Interfaces Design Thinking
