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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A morte política de Salazar e a sua substituição por Marcelo Caetano (Setembro de 1968), gerou uma enorme expectativa uma vez que, na primeira comunicação ao país, o novo Presidente do Conselho apresentou o seu governo sob o signo da “renovação na continuidade” deixando antever um intuito liberalizante. No entanto, no domínio da comunicação, as suas primeiras disposições da censura acentuarão a continuidade mais do que a renovação, reafirmando alguns dos princípios basilares instituídos no período salazarista. Com este artigo propomo-nos lançar pistas para aprofundar os estudos sobre a censura à imprensa nos primeiros anos do marcelismo e, desta forma, compreender melhor o posicionamento do poder político relativamente à informação. Para tal analisaremos a intervenção da Censura na imprensa diária no segundo semestre de 1970, a partir da documentação da Direção dos Serviços de Censura. Através da amostra definida, procurar-se-á estabelecer uma tipificação dos cortes efetuados, nomeadamente no que diz respeito ao grau de intervenção, âmbito, frequência, temáticas e órgãos visados.
Descrição
UIDP/04209/2020
UIDB/04209/2020
PTDC/COM-JOR/28144/2017
Palavras-chave
Censura à imprensa Marcelismo Direção dos Serviços de Censura; Liberdade de expressão Opinião pública Press censorship Marcelism Directorate of Censorship Services Freedom of expression Public opinion
Contexto Educativo
Citação
Editora
Imprensa da Universidade de Coimbra
