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Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação conjuga o estudo do ritual e da performance com a antropologia da educação, considerando o papel do ritual num método de educação não-formal cuja sistematização originou, em 1908, o escotismo (de “Escoteiros”) e, dois anos mais tarde, o seu equivalente feminino, o guidismo (de “Guias”). Mais concretamente, foca-se no papel do ritual no guidismo praticado na 1ª Companhia de Carcavelos. Redigida a partir de um ponto de vista de pertença ao contexto específico focado, e coincidindo com a pandemia por COVID-19 (2020-21), combina recursos metodológicos como a auto-etnografia, a observação participante, a análise de fotografias e vídeos, a pesquisa de arquivo e meios formais e informais de recolha de informação para aplacar constrangimentos e oportunidades resultantes dessas circunstâncias.
Descrição
Palavras-chave
Associação Guias de Portugal Escotismo Covid-19 Ritual Educação não-formal Guidismo
