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«E tragam as armas direitas dos Costas em todos os lugares, e peças». O património armoriado dos Costas: uma estratégia de comunicação?

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Resumo(s)

o presente texto tem por objectivo central avaliar em que medida e de que forma a heráldica foi posta ao serviço da construção da identidade e da memória de D. Álvaro da Costa e da sua descendência mais directa. A resposta a esta questão primordial exige, porém, que suscitemos previamente outras interrogações parcelares ou subsidiárias. Quais os usos heráldicos desta família? Em que suportes patrimoniais se revelaram? Em que contextos surgiram? Terá a heráldica funcionado como uma estratégia de comunicação e afirmação de poder? Em que medida? Com que fins? Para que destinatários? Com que resultados? A abordagem do problema impõe também uma reflexão epistemológica, relacionada com a necessidade de encararmos a heráldica não de uma forma abstracta e conceptual, mas assente sobretudo nas manifestações concretas, tanto de natureza patrimonial, como narrativa. Da observação a partir deste ponto de vista esperamos poder ver a heráldica como um fenómeno de auto-representação social e simultaneamente como um instrumento de acção sobre a sociedade; trata-se, por assim dizer, de um mecanismo comunicacional que integra a emissão e a recepção de uma mensagem específica que se procura deslindar, tomando como "case study" a descendência directa de D. Álvaro da Costa.

Descrição

ROSA, Maria de Lurdes (coord.),

Palavras-chave

Heráldica Nobreza Património Memória

Contexto Educativo

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Editora

IEM / CHAM / Caminhos Romanos

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