Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10362/12437
Título: Streptococcus anginosus como agentes de infeção em Humanos: um estudo epidemiológico numa taxonomia em mudança
Autor: Garcia, Raquel Baptista Arinto
Orientador: Sanches, Ilda
Ramirez, Mário
Data de Defesa: 2014
Editora: Faculdade de Ciências e Tecnologia
Resumo: Estreptococos do grupo anginosus (SAG) são um grupo de bactérias comensais da microbiota do Homem. Contudo são também isoladas de infeção invasiva e não invasiva com diferentes apresentações, tendo uma considerável morbilidade e mortalidade. O grupo apresenta uma extensa diversidade fenotípica e genética, que dificulta a sua definição taxonómica e consequentemente a sua identificação. Atualmente SAG inclui seis taxa: Streptococcus anginosus subsp. anginosus, S. anginosus subsp. whileyi, S. intermedius, S. constellatus subsp. constellatus, S. constellatus subsp. pharyngis e S. constellatus subsp. viborgensis. Este trabalho teve como objetivos avaliar e comparar os métodos de identificação existentes para o grupo com vista à escolha de um método de referência. Exploraram-se potenciais associações entre os diferentes taxa e os grupos etários, género, apresentação clínica e perfil de resistência aos antimicrobianos. Foi também analisada a clonalidade das estirpes que causam infeção no Homem. Por fim, foi estudada a diversidade genética inter-taxa e intra-taxon, a classificação e a divisão taxonómica de SAG. Neste trabalho foram analisadas 213 estirpes provenientes de laboratórios hospitalares Portugueses, das quais 98 foram recolhidas de infeção invasiva e 115 de infeção não invasiva. Todas as estirpes foram caracterizadas pelo grupo de Lancefield e pelo tipo de hemólise. A susceptibilidade aos antimicrobianos foi testada através do método de difusão em disco de Kirby-Bauer e E-test. A identificação ao nível da espécie e subespécie foi feita por PCR com iniciadores para uma porção do gene que codifica a proteína de ligação à penicilina 2B (pbp2b), para o gene 16S rRNA de S. anginosus e para os genes que codificam os fatores de virulência hialuronidase e intermedilisina. Este método foi assumido como “gold standard” e comparado com métodos de identificação não genotípicos: Enz 5 baseado na actividade enzimática (β-N-acetilgalactosaminidase, β-N-fucosidase, α-glicosidase, β-glicosidase e α-N-acetilneuraminidase), Rapid ID 32 Strep e “Matrix-assisted laser desorption/ionization time of flight mass spectrometry” (MALDI-TOF-MS). As estirpes foram submetidas a tipagem molecular por “pulsed-field gel electrophoresis” (PFGE). A coleção invasiva foi analisada por “multilocus sequence analysis” (MLSA) e “multilocus sequence typing” (MLST) através da sequenciação dos genes map, pfl, ppac, pyk, rpoB, sodA e tuf....
Descrição: Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Microbiologia Médica
URI: http://hdl.handle.net/10362/12437
Aparece nas colecções:FCT: DCV - Dissertações de Mestrado

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
Garcia_2014.pdf9,01 MBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.