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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O ordenamento do território é uma responsabilidade do Estado e uma tarefa
fundamental da Administração, sendo um direito fundamental do cidadão o direito a
um território ordenado.
O conhecimento territorial assume um papel preponderante nas decisões,
sobretudo naquelas em que há investimentos avultados.
Num contexto de ampla convergência dos processos de planeamento no
interior da UE acompanhado pela disseminação de boas práticas, orientações e
normas que proporcionem uma informação geográfica transnacional, os municípios
enfrentam um amplo desafio. Por um lado, existem maiores restrições orçamentais e
de recursos, por outro lado, exige-se mais e melhor no serviço público ao cidadão. A
informação territorial deve ser disponibilizada e os IGT e as suas as alterações devem
ser submetidos por via eletrónica ao abrigo da legislação e no sistema de submissão
automática para publicação e depósito (SSAIGT). Mesmo sem exigir por normativa
sobre a informação geográfica utilizada no ordenamento do território, toda a
envolvente exige por realidade uma nova cultura e sistema de gestão da qualidade da
informação geográfica.
Para este ordenamento do território possuir ferramentas eficazes e eficientes,
parece-nos que terá de partir certamente de informação geográfica gerida em
sistemas de gestão da qualidade específicos que garantam a sua utilização alargada e
fiável.
Descrição
Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em
Geografia e Planeamento Territorial, Especialização em Deteção Remota e Sistemas de Informação
Geográfica
Palavras-chave
Qualidade Gestão da informação geográfica Informação territorial
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
