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FCSH: IELT - Capítulos de livros internacionais

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  • Entre l’excès et le manque
    Publication . Carreto, Carlos; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH); Departamento de Línguas, Culturas e Literaturas Modernas (DLCLM)
    Le Moyen Âge, tout comme l’Antiquité grecque et latine, se méfie de l’excès, qui côtoie souvent la folie, le désordre moral ou l’hybrisguerrière, et qui menace, par conséquent, l’ordre symbolique et social. L’ancien français traduit cette expérience des limites qui ébranle l’idéal de mesure par le substantif masculin surplus –avec ses dérivés morphologiques sorplus, sourplus, soreplus, seurplus, seureplus. Le terme est néanmoins polysémique,car s’il renvoie, certes, à l’excès, le surplus est aussi excédent, profit, résidu, relique du désir ou du langage qui transcende la parole ou la condamne à l’échec et au silence. Pour mieux circonscrire son vaste champ sémantique, situé au carrefour de plusieurs domaines, cet article recherche les occurrences de ce mot dans un échantillon d’une trentaine de textes qui s’échelonnent entre les XIeet XIVesiècles et relevant de différents contextes et registres –juridique, encyclopédique, didactique et moral, poétique.
  • L'Abc poétique au Brésil
    Publication . Sémik, Véronique Le Du Silva; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
  • Regras de isolamento
    Publication . Brito, Humberto; de Almeida, Djaimilia Pereira; Departamento de Estudos Portugueses (DEP); Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH); Instituto de Filosofia da NOVA (IFILNOVA)
  • Gilberto Freyre et la transculturation
    Publication . Lima, Rogério; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
  • Imagens cronísticas de Urraca, princesa de Castela e rainha de Portugal
    Publication . Dias, Isabel Maria de Barros; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Estudo sobre as imagens que diferentes textos veiculam a cerca de Urraca Afonso de Castela, mulher de Afonso II de Portugal. São escrutinadas várias crónicas ibéricas, que fornecem informações muito parcas acerca deste casal, sendo esta escassez associada às debilidades do rei e às inimizades que granjeou. As informações veiculadas por estas crónicas são contrastadas com os dados fornecidos pela Crónica dos Frades Menores, que são amplos e elogiosos relativamente à rainha, tal como relativamente ao seu cunhado D. Pedro, nomeadamente no contexto do episódio dos cinco mártires de Marrocos. Textos subsequentes, como a Crónica de 1419; a Crónica de D. Afonso II, de Rui de Pina; a Monarquia Lusitana, de Frei António Brandão; a Crónica de España, de Florián de Ocampo; as Chronicas da Ordem dos Frades Menores, de Marcos de Lisboa, recolhem materiais e informações selecionados, que adaptam às mensagens e imagens de D. Urraca que pretendem transmitir.
  • Pedro Afonso de Barcelos observador e viajante em Castela e Aragão
    Publication . Dias, Isabel Maria de Barros; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Estudo de relatos da embaixada de D. Dinis a Aragão, como mediador de conflitos entre Castela e Aragão. Parte-se da narrativa de D. Pedro Afonso de Barcelos, filho natural do rei português, que participou na viagem, contrastando este testemunho com outros textos produzidos em Castela e em Aragão, em diferentes momentos. Sugere-se a possibilidade de as várias crónicas "dialogarem" entre si na medida em que procuram defender interesses distintos e atribuir diferentes protagonistas ao episódio.
  • Mar
    Publication . Ribeiro, Carlos Augusto; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    O mar está presente no espólio de Medicina Popular recolhido por Michel Giacometti e editado em Artes de Cura e Espanta-Males (2009). Em muitas das receitas e esconjuros pertencentes a várias especialidades médicas, o mar – tal como a montanha ou alto pinheiral – é uma área para onde são lançados/ esconjurados os males. A partir de uma leitura atenta da parte do espólio mais explícita sobre a relação entre o ritual terapêutico e o mar, constatamos que há uma fronteira clara entre os espaços humanizados – sintomaticamente, onde cantam galos e galinhas e, por extensão, outros animais de criação doméstica – e as ditas zonas proscritas, não-humanizadas. Necessariamente, uma fronteira para ser velada e mantida a bem dos (frágeis) corpos, humanos e não-humanos. A pessoa que arremessa ao mar os restos materiais de um ritual terapêutico, frequentemente fá-lo de costas para o mar. Os males são enviados para o mar coalhado, salgado, sagrado, ou para o fundo do mar. Precisamente, para onde se crê que eles deixam de ser nocivos e nunca mais podem regressar. É sabido que em termos de uma história da paisagem, o mar – assim como a montanha e o deserto – foi / é, por ser uma zona de incalculáveis riscos e perigos, uma paisagem hostil. E, só modernamente, o mar (bem como a beira-mar e a praia) é uma paisagem e um lugar de lazer. O referido espólio de Medicina Popular é um testemunho dessa mentalidade pré-moderna. The sea is present in the collection of Popular Medicine collected by Michel Giacometti and published in Artes de Cura e Espanta-Males (2009). In many of the recipes and incantations belonging to various medical specialties, the sea – like the mountain or the high pine forest – is an area where evils are thrown/ exorcised. From a close reading of the most explicit part of the collection regarding the relationship between the therapeutic ritual and the sea, we find that there is a clear border between humanized spaces – symptomatically, where roosters and chickens are singing and, by extension, other domesticated animals – and the so-called outlawed, non-humanized zones. Necessarily, a boundary to be veiled and maintained for the benefit of (fragile) human and non-human bodies. The person who throws the material remains of a therapeutic ritual into the sea often does so with his back to the sea. The evils are sent to the curdled, salty, sacred sea, or to the very bottom of the sea. Precisely, where they are believed to be no longer harmful and can never return. It is well known that in terms of a landscape history, the sea – as well as the mountain and the desert – was / is, because it is an area of incalculable risk and danger, a hostile landscape. And, only in modern times, the sea (as well as the seaside and the beach) is a landscape and a place of leisure. The aforementioned collection of folk medicine is a testament to this premodern mentality.
  • Linhagens imaginadas e relatos fundacionais desafortunados
    Publication . Dias, Isabel Maria de Barros; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Portugal não cultivou mitos de origem troianos, nem bíblicos. O reino legitimou-se com base, sobretudo, na ação bélica e conquistadora do seu primeiro rei, Afonso Henriques. A força da glorificação, quase mitificação desta figura terá abafado outras possibilidades alternativas de justificação fundacional. A análise de algumas passagens presentes em crónicas e em livros de linhagens, permite-nos verificar que terão existido outros potenciais relatos de origem, frequentemente assentes em linhagens parcialmente imaginadas. Com base nos testemunhos que veiculam estas narrativas, são debatidas algumas razões que poderão ter estado subjacentes, quer à formação, quer ao esquecimento destes relatos.
  • Pessoa entre Orpheu y Athena
    Publication . Martins, Fernando Cabral; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)
    Ensaio publicado no catálogo da exposição Pessoa: Todo Arte Es una Forma de Literatura, org. João Fernandes e Mercedes Pineda, Madrid, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia.
  • La prosa di Antero de Quental
    Publication . Ragusa, Andrea; Instituto de Estudos de Literatura e Tradição (IELT - NOVA FCSH)