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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Comer é uma necessidade natural e fisiológica de todos os homens, em
todos os tempos. Mas é também uma prática cultural complexa, que convoca
não só a história e a cultura material, mas também a antropologia, a sociologia,
a etnologia, a psicologia, a história de arte e a história das ideias. Numa
sociedade tão frágil como a dos nossos antepassados, o acto de comer era um
“lugar” fundamental de diferenciação e de distinção sociais e significado
político. Na verdade, a mesa do rei constituiu um instrumento político para a
monarquia, desde as formas relativamente simples da Idade Média até à sua
cada vez maior complexidade na Época Moderna.
Neste quadro, e tomando sobretudo por base fontes históricas e
documentais portuguesas dos séculos XV e XVI, este estudo analisará a mesa
do rei de acordo com as seguintes perspectivas: a dimensão política e
simbólica da comida régia, os alimentos que iam à mesa do monarca, o
conjunto dos discursos de advertência – religioso/moralista e médico - acerca
da comida régia e dos excessos cortesãos e a magnificência e ostentação dos
grandes banquetes em momentos cerimoniais importantes para a monarquia
Descrição
Palavras-chave
Alimentação régia Medicina galénica Dimensão política Poder Corte
Contexto Educativo
Citação
Editora
Universidad Autónoma de Madrid, Facultad de Filosofía y Letras
