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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Em 2004, Julian Thomas (Universidade de Manchester), publicou uma obra importante: “Archaeology and Modernity”, na qual procurou mostrar que a arqueologia é uma ciência, uma disciplina e uma atividade que só poderiam ter surgido na nossa Modernidade, isto é, no período que se abriu com o século XVII europeu. Passados 16 anos, pode fazer-se um balanço e certamente propor alguns tópicos novos, ainda não abordados naquele livro, quer por opção do autor, quer pelo próprio desenvolvimento dos nossos conhecimentos. Esta comunicação pretende ser um pequeno contributo nesse sentido, muito embora assumindo um carácter pessoal e muito parcelar. Se em 2004 as conclusões e propostas finais do livro deviam ser discutidas, o tempo entretanto decorrido mudou obviamente o quadro das questões. In 2004, Julian Thomas (University of Manchester), published an important work: “Archaeology and Modernity” in which he sought to show that archeology is a science, a discipline and an activity that could only have appeared in our Modernity, that is, in the period that opened with the European seventeenth century. After 16 years, we can take stock of it and certainly propose some new topics, not yet covered in that book, either at the option of the author, or because of the development of our knowledge. This paper intends to be a short contribution in that sense, although assuming its personal and very partial nature. If in 2004 the book’s final conclusions and proposals should be discussed, the time that has elapsed since then has obviously changed the picture of the issues.
Descrição
UIDB/04209/2020 UIDP/04209/2020
Palavras-chave
Modernidade Arqueologia Filosofia Pensamento crítico Modernity Archaeology Philosophy Critical thought
Contexto Educativo
Citação
Editora
Associação dos Arqueólogos Portugueses | CITCEM
