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Orientador(es)
Resumo(s)
O arquipélago de Cabo Verde é um Estado insular constituído por dez ilhas e alguns
ilhéus que se dividem em dois grupos. Localizado na costa ocidental africana, a cerca de
500 km do promontório que lhe deu o nome, foi descoberto desabitado por navegadores ao
serviço do reino de Portugal, entre 1460 e 1462.
O seu povoamento iniciou-se em 1462, pela ilha de Santiago, por ser a maior ilha e
porque tinha mais água. O seu desenvolvimento cultural e literário deu-se com a criação do
Seminário Liceu na ilha de S. Nicolau, em 1866, onde se formaram vários quadros que
desempenharam cargos no funcionalismo público.
A literatura que nasceu dessa matriz sofreu influências do cânone e estética
metropolitanos. Tais influências foram substituídas progressivamente pela afirmação da
realidade sociocultural do arquipélago, o que se deveu em boa medida à democratização do
ensino implementado pelo Liceu Gil Eanes, em 1917, na ilha de S. Vicente, a novas
influências literárias recebidas do exterior, à edição da obra Arquipélago (1935), e à
publicação da revista Claridade (1936).
Entre os claridosos, Jorge Barbosa foi um dos que mais profusamente representou o
imaginário e o quotidiano cabo-verdianos na sua produção literária, o que fez de modo
comprometido e engajado.
Descrição
Tese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de
Doutor em Estudos Portugueses, especialização em Literaturas e Culturas de Língua
Portuguesa
Palavras-chave
Cabo Verde Jorge Barbosa Literatura cabo-verdiana Claridade Insularidade Imaginário Quotidiano
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
