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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Este trabalho visa debater sobre os efeitos nocivos do crescimento desordenado (espraiamento)
das cidades médias como Feira de Santana, na Bahia, e seus efeitos colaterais sobre o campo,
nomeadamente a gentrificação, fruto da crescente especulação imobiliária que transforma o solo
em mercadoria e maximiza suas possibilidades de rentabilização. Tais efeitos serão analisados
diretamente sobre a comunidade da Matinha dos Pretos, uma localidade de perfil rural e
quilombola.
São analisadas questões ligadas à educação do campo, que, conforme previsto em lei, deveria
ser diferenciada da educação nas cidades, o que ainda não é uma realidade, além de discutir
sobre o papel da comunidade local no processo de tomada de decisão, em um contexto de
governança participativa.
São debatidos também a inclusão social, especialmente a erradicação da pobreza como forma
de Desenvolvimento Sustentável, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da
Agenda 2030, com foco na agricultura familiar e no fortalecimento do produto regional como meio
de desenvolvimento local e de preservação da cultura e do ambiente às gerações futuras.
Por fim são apresentadas alternativas de Desenvolvimento Sustentável, acessível,
descentralizado e viável de execução na Matinha com fins de promover a melhoria na qualidade
de vida da população sem consumir ainda mais recursos naturais e ainda preservar o ambiente,
através de uma governança participativa deliberativa.
Descrição
Palavras-chave
Desenvolvimento Sustentável sustentabilidade educação do campo gentrificação desenvolvimento local governança
