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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Cerca de metade dos recursos hídricos médios disponíveis em Portugal, em condições naturais, provêm das bacias hidrográficas partilhadas com Espanha. Esta questão é relevante na gestão dos recursos hídricos no país, atendendo a que 78% da área das mesmas se situa em Espanha e 22% em Portugal. Num contexto de Alterações Climáticas – que aumentam a variabilidade do ciclo da água, com destaque para os eventos extremos – é importante conhecer os principais desafios e riscos da gestão partilhada das bacias hidrográficas luso-espanholas (BHLE) e a sua governança. Nesta investigação, analisamos o Caso de Estudo do Rio Tejo, que se tem revelado vulnerável a oscilações de caudais e a problemas de quantidade e qualidade a água. No âmbito da dissertação, foram entrevistados 9 especialistas em recursos hídricos com experiência relevante, tendo sido possível concluir que os maiores desafios nas BHLE são relacionados com: (i) caudais (quantidade e qualidade da água); (ii) um maior diálogo e cooperação entre Portugal e Espanha; (iii) maior capacitação técnica e institucional; (iv) maior fiscalização e monitorização. Segundo os especialistas, o Tejo tem-se revelado a bacia mais crítica, apesar de o Guadiana se situar na zona mais vulnerável à desertificação e seca.
Descrição
Palavras-chave
Recursos hídricos bacia hidrográfica luso-espanhola transfronteiriço Rio Tejo governança alterações climáticas
