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Orientador(es)
Resumo(s)
Na cidade-arquétipo Mediterrânica, as atividades humanas desenvolvem-se em condições de maior conforto e proteção, servindo-se dos recursos naturais disponíveis, e harmonizando-se com as características biofísicas do meio, num equilíbrio entre o menor esforço e a maior eficiência. Essa cidade cresce de forma orgânica, porque acompanha o território onde se instala, e é rica em soluções empíricas que acumulam o saber de gerações, nas quais se podem ler exemplos de adaptabilidade. Perante os desafios de um clima em mudança, este conceito regressa hoje à ordem do dia.
Partindo da caracterização bioclimática da Região Mediterrânica, a dissertação pretende refletir sobre as especificidades da ocupação urbana neste território, identificando os desafios que as alterações climáticas possam trazer para a sua sustentabilidade. Se o objeto de análise é a cidade, o âmbito disciplinar é o do planeamento urbano, enquanto ferramenta administrativa que analisa, avalia, antecipa e delibera sobre a interação entre o Homem e o espaço físico, natural e artificial.
A informação recolhida enquadra a abordagem ao caso de estudo, Lisboa, sendo a recente revisão do Plano Diretor Municipal a conjuntura oportuna para analisar que estratégias de resposta estão previstas e que medidas adicionais se podem considerar.
Descrição
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em
Urbanismo Sustentável e Ordenamento do Território
Palavras-chave
Resiliência urbana Alterações climáticas, Planeamento urbano Região mediterrânica Urbanismo bioclimático Sustentabilidade
