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Publicação

Novel mechanisms in angiogenesis: oxidative stress as a promoter of monocyte-to-endothelial cell differentiation and endothelial cell activation

datacite.subject.fosCiĂȘncias MĂ©dicaspt_PT
dc.contributor.advisorSerpa, Jacinta
dc.contributor.advisorPereira, Sofia Azeredo
dc.contributor.advisorAlmeida, AntĂłnio
dc.contributor.authorCoelho, Filipa Lopes
dc.date.accessioned2021-04-22T14:44:50Z
dc.date.available2022-01-18T01:30:40Z
dc.date.issued2021-04-20
dc.date.submitted2021-04-22
dc.description.abstractRESUMO: A ocorrĂȘncia de neoplasias malignas Ă© considerada um dos principais problemas de saĂșde pĂșblica ao nĂ­vel mundial, sendo a segunda causa de morte em paĂ­ses desenvolvidos. Nos Ășltimos 10 anos, os avanços na terapĂȘutica utilizada no tratamento do cancro veio aumentar a taxa de sobrevivĂȘncia dos doentes oncolĂłgicos. Infelizmente, a doença metastĂĄtica Ă© ainda a principal responsĂĄvel pela mortalidade e morbilidade associadas Ă  doença. Em 2000, Hanahan e Weinberg publicaram a sistematização das principais caracterĂ­sticas da transformação maligna em seis categorias: autossuficiĂȘncia para a produção de sinais ativadores da proliferação celular, insensibilidade para fatores inibidores da proliferação, capacidade replicativa ilimitada, capacidade de estimulação da angiogĂ©nese, capacidade de bloquear mecanismos desencadeadores de processos de morte celular e capacidade de invasĂŁo dos tecidos e de metastização noutros ĂłrgĂŁos. Uma dĂ©cada mais tarde, surgiram duas novas categorias que vieram a revelar-se essenciais para a progressĂŁo tumoral, a reprogramação metabĂłlica das cĂ©lulas tumorais e a capacidade de evasĂŁo Ă  ação do sistema imunitĂĄrio. Durante a progressĂŁo tumoral, a formação de novos vasos sanguĂ­neos Ă© essencial para a oxigenação e suplementação de nutrientes Ă s cĂ©lulas tumorais, que consequentemente impulsiona a sobrevivĂȘncia das cĂ©lulas malignas e o crescimento tumoral, bem como o processo de metastização. Estudos na ĂĄrea da angiogĂ©nese tumoral demonstraram que contrariamente ao que acontece com os vasos sanguĂ­neos normais, os vasos tumorais sĂŁo frĂĄgeis e permeĂĄveis, o que por sua vez favorece a extravasĂŁo de cĂ©lulas tumorais para a corrente sanguĂ­nea e posteriormente a metastização, alĂ©m de comprometer a entrega dos agentes quimioterĂĄpicos. Nos Ășltimos anos, o desenvolvimento de estratĂ©gias terapĂȘuticas anti-angiogĂ©nicas tem vindo a revelar uma baixa eficĂĄcia no tratamento de doentes oncolĂłgicos, sugerindo que os mecanismos subjacentes Ă  angiogĂ©nese tumoral ainda nĂŁo sĂŁo totalmente conhecidos. Para alĂ©m disso, os novos estudos indicam que estratĂ©gias que normalizam a vasculatura tumoral, em vez de a destruir, facilitam a chegada dos fĂĄrmacos ao tumor, aumentando assim a sua eficĂĄcia. É de salientar ainda que a contribuição de cĂ©lulas progenitoras endoteliais (EPCs) para o sucesso da angiogĂ©nese tumoral tem sido desvalorizada, em parte devido Ă  inexistĂȘncia de marcadores especĂ­ficos que leva Ă  mĂĄ caracterização dessas cĂ©lulas, o que impede e identificação de subtipos celulares que atuam como EPCs. Durante a tumorigĂ©nese, a remodelação metabĂłlica das cĂ©lulas tumorais promove a geração de um microambiente prĂł-oxidante que atua como um estĂ­mulo proangiogĂ©nico responsĂĄvel pela ativação das cĂ©lulas endoteliais (ECs), que se traduz na passagem das ECs de um estado de quiescĂȘncia para uma fase proliferativa. O microambiente tumoral prĂł-oxidante tambĂ©m afeta mecanismos que atuam nas cĂ©lulas malignas, tais como a ferroptose que tem como mecanismo subjacente a formação de perĂłxidos lipĂ­dicos devido Ă  acumulação de espĂ©cies-reativas de oxigĂ©nio (ROS). Embora este processo tenha sido inicialmente descrito como um mecanismo de morte celular dependente de ferro, atualmente jĂĄ Ă© assumido tambĂ©m como responsĂĄvel pela regulação de processos biolĂłgicos e fisiopatolĂłgicos. Ao nĂ­vel molecular a ferroptose pode ser ativada pela angiopoietina 4 (ANGPTL4), uma molĂ©cula a jusante da via TAZANGPTL4-NOX2. Por sua vez, a ativação desta via induz ferroptose atravĂ©s da geração de radicais superĂłxidos. AlĂ©m da sua relevĂąncia na promoção da ferroptose, a ANGPTL4 tambĂ©m Ă© um conhecido estimulador da angiogĂ©nese, o que sugere uma conexĂŁo entre o a ferroptose e a angiogĂ©nese. Nos Ășltimos anos, o b-bloqueador nĂŁo seletivo Propranolol que Ă© frequentemente prescrito para o tratamento de doenças cardiovasculares, hipertensĂŁo e enxaquecas, foi adaptado para o tratamento de tumores vasculares, como hemangiomas e cavernomas. Ao nĂ­vel molecular sabe-se que o Propranolol tem a capacidade de interferir com a angiogĂ©nese atravĂ©s da diminuição dos nĂ­veis do fator de crescimento vascular (VEGF) e do fator de crescimento de fibroblasto (FGF). Recentemente, o Propranolol foi descrito como inibidor da ANGPTL4 em cĂ©lulas de hemangioma e como tendo a capacidade inibitĂłria da ferroptose. PorĂ©m, atualmente ainda Ă© desconhecido o mecanismo exato pelo qual o Propranolol atua nas ECs e afeta a angiogĂ©nese. Alguns estudos retrospetivos em doentes com carcinoma da mama demonstram que a administração de Propranolol para outros fins terapĂȘuticos correlacionam-se com um melhor prognĂłstico da doença oncolĂłgica. Os efeitos anti-angiogĂ©nicos do Propranolol em tumores vasculares, aliado aos estudos retrospetivos em doentes oncolĂłgicos, levam-nos a acreditar que o benefĂ­cio da aplicação do Propranolol no tratamento do cancro poderĂĄ estar relacionado com a sua interferĂȘncia com a angiogĂ©nese. Os avanços ao nĂ­vel dos tratamentos na ĂĄrea da oncologia tĂȘm vindo a aumentar a sobrevida dos doentes, porĂ©m, o uso destas terapĂȘuticas estĂĄ associado a toxicidade aguda e crĂłnica. As novas evidĂȘncias demonstram que a utilização de terapĂȘuticas dirigidas Ă s cĂ©lulas tumorais poderĂŁo aumentar a especificidade dos tratamentos, diminuindo a toxicidade em cĂ©lulas normais. Com os avanços cientĂ­ficos, o desenvolvimento de estratĂ©gias focadas em promover simultaneamente a morte celular de cĂ©lulas tumorais e a normalização da vasculatura permitirĂĄ um aumento da eficĂĄcia do tratamento e uma diminuição dos efeitos adversos. Na presente tese, o principal objetivo Ă© investigar se os monĂłcitos podem atuar como EPCs e se o stress oxidativo promove a ativação das ECs atravĂ©s de um mecanismo semelhante Ă  ferroptose, que poderĂĄ ser revertido pela ação anti-angiogĂ©nica do Propranolol. Assim, para avaliar a capacidade dos monĂłcitos em diferenciar em ECs utilizĂĄmos monĂłcitos isolados a partir de sangue perifĂ©rico de dadores de sangue saudĂĄveis e para e o estudo do mecanismo subjacente Ă  ação do Propranolol e da ferroptose utilizĂĄmos ECs isoladas da veia do cordĂŁo umbilical humano (HUVECs) que foram expostas a Erastina, um ativador da ferroptose, na ausĂȘncia e na presença de Propranolol. No 1Âș capĂ­tulo de resultados experimentais desta tese foi demonstrado, em vĂĄrios contextos biolĂłgicos, que os monĂłcitos expostos a um estĂ­mulo pro-angiogĂ©nico diferenciam em ECs e incorporam os vasos sanguĂ­neos. A angiogĂ©nese tumoral foi um dos fenĂłmenos explorados que provou a capacidade de incorporação dos monĂłcitos nos vasos e comprovou-se tambĂ©m que as ROS Ă© um estĂ­mulo que promove a diferenciação de monĂłcitos em ECs. No 2Âș capĂ­tulo de resultados foi verificado que o Propranolol inibe as propriedades angiogĂ©nicas das ECs, como a proliferação, migração e capacidade in vitro e ex vivo de formar estruturas que mimetizam vasos sanguĂ­neos in vivo. Numa criança com cavernomas cerebrais, tambĂ©m Ă© responsĂĄvel pela diminuição dos nĂ­veis de cĂ©lulas do sangue que apresentam em simultĂąneo marcadores de monĂłcitos e de ECs (CD14+ /CD31+) e os nĂ­veis de VEGF no soro de sangue perifĂ©rico. Estes resultados sugerem que o Propranolol inibe a ativação de ECs e a mobilização de cĂ©lulasCD14+/CD31+ que promovem a expansĂŁo dos cavernomas cerebrais. No 3Âș capĂ­tulo foi demonstrado que para alĂ©m do efeito conhecido das ROS na promoção da angiogĂ©nese, a ativação nĂŁo letal da ferroptose pela geração de perĂłxidos lipĂ­dicos, induzidos pela exposição Ă  Erastina, tambĂ©m contribui para a ativação de ECs, com promoção da proliferação, da migração e da formação de estruturas semelhantes a vasos. Durante este processo existe um aumento das ROS, depleção do glutatiĂŁo (GSH), inibição da importação de cist(e)Ă­na e a acumulação de perĂłxidos lipĂ­dicos, que contribuem para a ferroptose. AlĂ©m disso, a exposição de ECs a Erastina promove um aumento de lacunas nas junçÔes aderentes da caderina endotelial vascular (VE-Cad) e a adesĂŁo de cĂ©lulas cancerĂ­genas ao endotĂ©lio pelo aumento da expressĂŁo de selectinas (ICAM e VCAM), favorecendo tambĂ©m a migração transendotelial de cĂ©lulas cancerĂ­genas. A ativação da ferroptose em ECs mimetiza as caracterĂ­sticas dos vasos tumorais, indicando que este mecanismo tambĂ©m pode promover a angiogĂ©nese tumoral. Ainda neste contexto, observou-se que as propriedades antioxidantes e antiangiogĂ©nicas do Propranolol mediadas pela produção de sulfureto de hidrogĂ©nio (H2S) revertem o efeito do mecanismo semelhante Ă  ferroptose na ativação de ECs, reforçando a sua utilidade como fĂĄrmaco anti-angiogĂ©nico. Por um lado, foi provado que o Propranolol tem a capacidade de inibir a ativação de ECs e a formação de estruturas que mimetizam vasos, caracterĂ­sticas estas potenciadas pelo mecanismo semelhante Ă  ferroptose. Por outro lado, o Propranolol induz a normalização das estruturas vasculares jĂĄ formadas, eventualmente favorecendo uma maior eficiĂȘncia na distribuição de agentes quimioterĂĄpicos. No 4Âș capĂ­tulo de resultados, foi explorada uma estratĂ©gia terapĂȘutica utilizando as propriedades antioxidantes do Propranolol seletivas para ECs juntamente com a utilização de nanopartĂ­culas dendrimĂ©ricas que encapsuladas com seleno-crisina (SeChry@PUREG4) com propriedades oxidantes. Esta estratĂ©gia promoveu a geração de stress oxidativo e consequente morte das cĂ©lulas cancerĂ­genas, enquanto que nas ECs o efeito protetor do Propranolol reverteu a geração de ROS e a permeabilidade das estruturas endoteliais pela diminuição de lacunas nas junçÔes aderentes de VE-cad. De um modo geral este projeto permitiu expandir o conhecimento dos mecanismos envolvidos no controlo da angiogĂ©nese tumoral e desvendou a contribuição dos monĂłcitos como EPCs, bem como a sua contribuição para formação da vasculatura tumoral. AlĂ©m disso, foi reforçada a utilização do Propranolol como um fĂĄrmaco antiangiogĂ©nico e a sua combinação com SeChry@PUREG4 no contexto de uma nova estratĂ©gia terapĂȘutica duplamente dirigida Ă s cĂ©lulas malignas e Ă s ECs.pt_PT
dc.description.abstractABSTRACT: Cancer is one of the most burden diseases worldwide and every year millions of people around the world are diagnosed and eventually die from it. In the past 10 years, an increment in the efficacy of cancer treatment reduced the overall mortality from cancer. However, the metastatic disease and resistance to treatments are still largely responsible for cancer patients mortality and morbidity. Advances in cancer research have shed a light on the biology of cancer, pointing out that it cannot be studied only from a cancer cell point of view but the involvement of other non-cancerous cells during tumorigenesis should also be considered. For example, the contribution of endothelial cells (ECs) underlying tumor angiogenesis has revealed to be pivotal for cancer cell survival, tumor growth and metastatic spread. The formation of tumor neovessels, supporting the delivery of oxygen and nutrients to the tumor is prompted by the generation of a pro-angiogenic and a pro-oxidant tumor microenvironment (TME). However, contrarily to normal vessels, the tumor vasculature is composed by a fragile and permeable vascular network, that enables cancer cell intravasation, tumor metastasis and compromises the delivery of chemotherapeutic agents and consequently their efficacy. For the past years, the development of strategies using anti-angiogenic drugs has tried to hinder tumor growth by disrupting the blood supply to tumors. However, recent evidence shows that instead of destroying tumor neovessels, the restoration of its normalization would increase the penetration of therapeutic agents to the tumor, improving their efficacy. Those evidence allied to the fact that the clinical results of anti-angiogenic agents have been disappointing, indicates that the mechanisms underlying tumor angiogenesis remain to be fully understood. For instance, the contribution of endothelial progenitor cells (EPCs) to tumor angiogenesis may be undervalued in part because, so far, the absence of specific markers to characterize EPCs may lead to the underestimated capacity of other cell subtypes in acting as EPCs. As mentioned above, the pro-oxidant TME is known as an active player in the activation of the angiogenic switch. Furthermore, the role of reactive oxygen species (ROS)-dependent mechanisms, such as ferroptosis, recently described as a promoter of cellular phenomena beyond cell death; on the regulation of angiogenesis has not been explored so far. Propranolol, a b-blocker, has shown efficacy in the treatment of vascular tumors, as hemangiomas and cavernomas although, the precise mechanism(s) by which it interferes with angiogenesis remains to be clarified. Recently, Propranolol has been pointed out has having anti-ferroptotic properties and its use correlates with better prognosis of cancer patients and fewer metastasis. The present thesis proposed to clarify that monocytes can act as EPCs and that a ferroptosis-like mechanism sustains the EC activation and further angiogenic switch, being possibly reverted by the anti-angiogenic effect of Propranolol. We disclosed that monocytes are EPCs that upon a pro-angiogenic stimuli, differentiate into ECs and incorporate blood vessels. In a cancer scenario, monocytes contribute to cancer progression, in part by promoting the formation of the tumor neovasculature. As mentioned, and since the generation of a pro-oxidant TME favors angiogenesis, herein we observed that ROS push monocytes to differentiate into ECs, which in turn favor tumor neovasculature formation. The potential of translation of these data into the clinical context can be supported by the effect of Propranolol administration in a child with cerebral cavernous malformation (CCM). In fact, Propranolol administration decreased the levels of circulating cells expressing monocytic and ECs markers (CD14+ /CD31+ ), and VEGF levels in the peripheral blood, indicating that Propranolol impairs the recruitment of CD14+ /CD31+ monocytes to the vascular lesion. In addition to the already described relevance of ROS in the promotion of angiogenesis, we describe that ROS-induced lipid peroxides generation induced by Erastin, at a non-lethal level, promotes ECs proliferation and migration and accounts for vessel-like structures formation. The stimulation of these ECs features where accompanied by ferroptosis hallmarks, which includes increased ROS generation, glutathione (GSH) depletion, abrogation of cyst(e)ine import and lipid peroxides accumulation. These alterations were accompanied by the generation of a leakier ECs monolayer, presenting increased intercellular junctional gaps in VE-Cadherin (VE-Cad) adherens junctions that facilitates the transendothelial cancer cells migration. The increased levels of selectins (ICAM and VCAM) were also observed, promoting cancer cells adhesion to ECs. The antioxidant and anti-ferroptotic Propranolol properties, mediated by the generation of hydrogen sulfide (H2S), reverted the Erastin-induced ECs hyperactivation. Interestingly, since we observed that the antioxidant properties of Propranolol mediated by H2S generation are EC-specific, we unraveled a putative antitumor and anti-angiogenic strategy using the pro-oxidant dendrimeric nanoparticles loaded with selenium chrysin (SeChry@PUREG4) in combination with Propranolol. This strategy allowed the increase in oxidative stress induced-cancer cells death, potentiated by the action of Propranolol, while its protective effect in ECs avoided the generation of oxidative stress, which in turn impairs the generation of a leakier vascular structure and cancer cells extravasation. Together, our results indicate that monocytes are EPCs that contribute to tumor angiogenesis and that a ferroptosis-like mechanism promotes the hyperactivation of ECs and the angiogenic switch with leakier vessel-like structures, which recapitulates the formation of the unstable tumor neovasculature that favors cancer cell’s dissemination and metastasis. Moreover, a new therapeutic strategy was proposed, joining the antiangiogenic and anti-tumor effects of Propranolol and the pro-oxidant effect of SeChry@PUREG4, tackling cancer cells and stabilizing tumor neovessels, in order to impair metastasis and improve drug delivery.pt_PT
dc.identifier.tid101547587pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/115961
dc.language.isoengpt_PT
dc.relationPD/00117/2012pt_PT
dc.relationMonocytes as neoangiogenesis promoters and anti-cancer targets
dc.subjectMonĂłcitospt_PT
dc.subjectCélula Progenitora Endotelial (EPC)pt_PT
dc.subjectCélula Endotelial (EC)pt_PT
dc.subjectAngiogénese Tumoralpt_PT
dc.subjectCavernomas Cerebraispt_PT
dc.subjectEspécies Reativas de Oxigénio (ROS)pt_PT
dc.subjectPerĂłxidos LipĂ­dicospt_PT
dc.subjectPropranololpt_PT
dc.subjectNano Partículas Dendriméricas de Quarta Geração Encapsuladas com Seleno-crisina (SeChry@PUREG4)pt_PT
dc.subjectMonocytespt_PT
dc.subjectEndothelial Progenitor Cells (EPCs)pt_PT
dc.subjectEndothelial Cells (ECs)pt_PT
dc.subjectTumor Angiogenesispt_PT
dc.subjectCerebral Cavernous Malformation (CCM)pt_PT
dc.subjectReactive Oxygen Species (ROS)pt_PT
dc.subjectLipid Peroxidationpt_PT
dc.subjectPropranololpt_PT
dc.subjectSelenium-Containing Chrysin Encapsulated in Generation Four Polyurea Dendrimer (SeChry@PUREG4)pt_PT
dc.titleNovel mechanisms in angiogenesis: oxidative stress as a promoter of monocyte-to-endothelial cell differentiation and endothelial cell activationpt_PT
dc.typedoctoral thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.awardNumberPD/BD/128337/2017
oaire.awardTitleMonocytes as neoangiogenesis promoters and anti-cancer targets
oaire.awardURIinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT//PD%2FBD%2F128337%2F2017/PT
project.funder.identifierhttp://doi.org/10.13039/501100001871
project.funder.nameFundação para a CiĂȘncia e a Tecnologia
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typedoctoralThesispt_PT
relation.isProjectOfPublicationf48c1cc7-c79d-4f96-a952-5ae87148748a
relation.isProjectOfPublication.latestForDiscoveryf48c1cc7-c79d-4f96-a952-5ae87148748a
thesis.degree.nameDoutoramento em Mecanismos de Doença e Medicina Regenerativapt_PT

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