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Publicação

Who wants to cross borders in the EU for health care?: an analysis of the Eurobarometer data in 2007 and 2014

datacite.subject.fosCiências Sociais::Outras Ciências Sociaispt_PT
dc.contributor.advisorPerelman, Julian
dc.contributor.authorSantos, André Peralta
dc.date.accessioned2018-12-19T11:42:31Z
dc.date.available2018-12-19T11:42:31Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractABSTRACT - BACKGROUND The EU Directive on cross-border healthcare clarified the entitlements of EU citizens to medical care in other EU Member states. However, little is known about whether EU citizens have been travelling or are willing to travel to receive medical care. The aim of this study was to measure the determinants of cross-border patient mobility and willingness to travel to receive medical care in the EU, before and after the adoption of the Directive. METHODS We used individual data from the Eurobarometer 210 (2007) and 425 (2014). In the two years, 54,384 EU citizens were randomly selected for telephone and face-to-face interviews. We performed a logistic regression on the cross-border patient mobility and willingness to travel to other EU countries to use healthcare services as a function of the year (2007 or 2014), adjusting for age, gender, education, self perceived health (SPH), and country size. RESULTS In 2007, 3.3% of citizens reported cross-border mobility, and 4.6% in 2014. The odds of cross-border patients’ mobility was 15% higher in 2014, compared to 2007 (OR 1.15, 95%CI 1.05-1.26, p<.001). In addition, mobility was 15% higher in males (OR 1.15, 95%CI 1.05-1.3, p<0.001) and 20% amongst the more educated (OR 1.2, 95%CI 1.1- 1.3, p<.001). However, the odds decreased with age (OR 0.9 per decade, 95%CI 0.84- 0.92, p<.001), bad and very bad SPH, and country size. In 2014 the willingness to travel decreased by 22% compared to 2007. The other determinants of willingness to travel, namely gender, age, education, SHP, and country size, had a similar effect as in the cross-border mobility model. CONCLUSIONS Cross-border patient mobility and willingness to travel are more likely amongst younger, more educated, and healthier patients from smaller countries. The 2011 directive does not seem to have promoted mobility at a large scale among the neediest citizens.pt_PT
dc.description.abstractRESUMO - INTRODUÇÃO A diretiva da União Europeia (UE) referente ao exercício dos direitos dos pacientes em cuidados de saúde transfronteiriços clarificou os direitos dos cidadãos da UE. No entanto, pouco se sabe sobre a mobilidade transfronteiriça dos pacientes e a vontade de viajar para receber cuidados médicos. Desse modo, pretendemos estudar os determinantes da mobilidade transfronteiriça dos pacientes e a vontade de viajar para receber cuidados médicos na UE, especialmente após a adoção da diretiva. MÉTODOS Utilizamos dados do Eurobarómetro 210 (2007) e 425 (2014). Nos dois anos 54.384 cidadãos da UE foram selecionados aleatoriamente para entrevistas telefónicas e pessoalmente. Aplicámos uma regressão logística à mobilidade transfronteiriça dos pacientes e a vontade de viajar para usar os serviços de saúde noutros países da EU em função do ano (2007 ou 2014), idade, sexo, educação, saúde auto-reportada e tamanho do país. RESULTADOS Em 2007, 3,3% dos cidadãos relataram mobilidade transfronteiriça aumentando para 4,6% em 2014. A probabilidade de mobilidade transfronteiriça dos pacientes foi 15% maior em 2014, em comparação com 2007 (OR 1,15, IC 95% 1,05-1,26, p <.001). Além disso, a mobilidade foi 15% maior em homens (OR 1,15, IC 95% 1,05-1,3, p <0,001) e 20% em níveis mais elevados de educação (OR 1,2, 95% CI 1.1-1,3, p <0,001). No entanto, a probabilidade diminuí com a idade (OR 0,9 por década, IC 95% 0,84-0,92, p <0,001), má e muito má saúde auto-reportada e tamanho do país. Por outro lado, em 2014, a vontade de viajar diminuiu 22% em relação a 2007. Os outros determinantes da vontade de viajar, sexo, idade, educação, saúde auto-reportada e tamanho do país tiveram um efeito semelhante ao do modelo da mobilidade. CONCLUSÕES Entre 2007 e 2014, houve um ligeiro aumento da mobilidade transfronteiriça dos pacientes, que é, no entanto ainda baixo. A mobilidade transfronteiriça dos pacientes e a vontade de viajar são mais prováveis entre os pacientes mais jovens, mais educados, mais saudáveis, e de países mais pequenos. A diretiva de 2011 não parece ter promovido a mobilidade em grande escala entre os cidadãos mais necessitados.pt_PT
dc.identifier.tid202160653
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/55066
dc.language.isoengpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectCross-borderpt_PT
dc.subjectPatient mobilitypt_PT
dc.subjectEU Health Policypt_PT
dc.subjectCuidados transfronteiriçospt_PT
dc.subjectMobilidadept_PT
dc.subjectPolítica de saúde da UEpt_PT
dc.titleWho wants to cross borders in the EU for health care?: an analysis of the Eurobarometer data in 2007 and 2014pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Saúde Públicapt_PT

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