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Publicação

Os hinos patrióticos portugueses no contexto expedicionário em África nos finais de oitocentos

dc.contributor.authorOliveira, Filipe
dc.contributor.institutionCentro de Estudos em Música (CESEM - NOVA FCSH)
dc.date.accessioned2026-05-28T14:13:01Z
dc.date.available2026-05-28T14:13:01Z
dc.date.issued2025
dc.descriptionUID/00693/2025 LA/P/0132/2020 https://doi.org/10.54499/UID/00693/2025 https://doi.org/10.54499/LA/P/0132/2020
dc.description.abstractO contexto laudatório e celebratório de muitas formas e géneros musicais tem sido uma constante ao longo da história. No que respeita ao hino, desde as celebrações confessionais que pautaram a sua evolução, de que destacamos, a título de exemplo, o Te Deum na centúria setecentista, até ao Liberalismo oitocentista, este género musical tornou-se o veículo emotivo e ideologicamente comprometido da celebração de muitos eventos revolucionários, políticos e patrióticos. É um facto que, no quadro da agitação política que marcou todo o século XIX português, o hino veio a assumir gradualmente um papel de grande simbolismo na partilha e defesa, ora de opções políticas, ora de eventos militares, ora na celebração de datas históricas. No quadro do ambiente de Nacionalismo e Imperialismo que se viveu em Portugal na década de 90 de oitocentos, selecionámos uma série de hinos e marchas militares para o nosso estudo, a partir dos trabalhos existentes neste domínio, com particular destaque para os estudos e levantamentos de repertório realizados por Pedro Marquês de Sousa. A presente comunicação circunscreve-se aos hinos surgidos no âmbito da Expedição Africana de 1895, impulsionada por António Enes, reveladora do quadro patriótico, nacionalista e colonialista que então se viveu, visando responder à humilhação do Ultimato Britânico de 1890. Os hinos em causa, homenageando o Coronel Galhardo, as forças expedicionárias de 1895, as memórias de ilustres figuras históricas como o Infante D. Henrique e pronunciando-se contra a humilhação sofrida, são devidamente enquadrados no presente estudo, nas perspectivas, simultaneamente, histórica, política e musical. Nomes como os de Alfredo Keil, Gomes Leal, Lopes de Mendonça, Augusto Machado e Müller Junior são assim aqui evocados e contextualizados, em prol do alargamento dos horizontes do nosso conhecimento relativamente às devidas posturas musicais e poéticas no quadro político-militar da altura.en
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dc.format.extent3
dc.format.extent846626
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dc.identifier.otherPURE UUID: cabf2fe7-9be7-415b-ba9c-e43e2420c48f
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/203545
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
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dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/Concurso para Atribuição do Estatuto e Financiamento de Laboratórios Associados (LA)/LA%2FP%2F0132%2F2020/PT
dc.subjectHino político
dc.subjectMúsica militar
dc.subjectAlfredo Keil
dc.subjectMuller Junior
dc.subjectExpedição africana de 1895
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degois.publication.titleI Encontro Internacional Memórias de Música: casas-museu no espaço ibérico
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rcaap.rightsopenAccess

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