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Evaluation of Anxiety and Depression Biomarkers in Female Reproductive System

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Resumo(s)

The World Health Organization (WHO) estimates that approximately one in every six people has experienced infertility in their lifetime, with an increasing trend in recent years. The cause-and-effect relationship between assisted reproductive technologies (ART) outcomes and psychological distress (like anxiety and depression) has been intriguing. Stress as a cause of infertility remains an issue of debate, with contradictory research and the biological mechanisms underlying this relation are not well established yet. The objective of the present work was to: 1) evaluate the anxiety/depression symptoms in a female population undergoing fertility treatments; 2) examine their association with cortisol and cortisone levels present in follicular fluid, as well as with cortisol/cortisone ratio; 3) assess the relation between anxiety/depression symptoms and 11β-hydroxysteroid dehydrogenase type 1 (11β-HSD1) expression in granulosa cells; and 4) evaluate the relationship between all these parameters and the reproductive out comes. Intriguingly, the results regarding psychological distress assessment are suggestive of null or even slight positive effects of depression on the initial parameters of ART outcomes. In contrast, physiological stress evaluation revealed a null or slight negative effect of cortisol on initial parameters of ART outcomes. This was the first study reporting significant low levels of follicular cortisol in groups of women with anxiety/depression, when compared to women without these symptoms. We may suggest that increasing levels of anxiety/depression are related to reduced follicular cortisol levels, leading to a low impact on the initial ART outcomes. In these cases, the described inhibitory effect of cortisol on the reproductive axis might be reduced, leading to the observed results. However, although the described effects on the initial ART outcomes, they are not reflected in the final outcome – the pregnancy achievement. Overall, we can cautiously conclude that neither anxiety and/or depression nor physiological stress appears to impact ART outcomes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente uma em cada seis pessoas tenha sofrido de infertilidade ao longo da vida, com uma tendência crescente nos últimos anos. A relação causa-efeito entre os resultados da procriação medicamente assistida (PMA) e o sofrimento psicológico (como ansiedade e depressão) tem sido intrigante. O stress como causa de infertilidade continua a ser um tema de debate, com contrariedades e mecanismos biológicos que não estão bem estabelecidos. O objetivo deste trabalho foi: 1) avaliar os sintomas de ansiedade/depressão numa população feminina submetida a tratamentos de fertilidade; 2) avaliar a sua associação com os níveis de cortisol e cortisona presentes no fluido folicular, bem como com a relação cortisol/cortisona; 3) avaliar a relação entre os sintomas de ansiedade/depressão e a expressão da 11β-hidroxiesteróide desidrogenase tipo 1 (11β-HSD1) nas células da granulosa; e 4) avaliar a relação entre todos esses parâmetros e os resultados reprodutivos. Os resultados relativos à avaliação do sofrimento psicológico sugerem efeitos nulos ou ligeira mente positivos da depressão nos parâmetros iniciais dos resultados da PMA. Em contrapartida, a avaliação do stress fisiológico revelou um efeito nulo ou ligeiramente negativo do cortisol nos parâmetros iniciais dos resultados da PMA. Este foi o primeiro estudo a relatar níveis significativamente baixos de cortisol folicular em grupos de mulheres com ansiedade/depressão, quando comparadas com mulheres sem esses sintomas. Podemos sugerir que o aumento dos níveis de ansiedade/depressão está relacionado com a redução dos níveis de cortisol folicular, levando a um baixo impacto nos resultados iniciais da PMA. Nesses casos, o efeito inibidor já descrito do cortisol no eixo reprodutivo pode estar reduzido, levando ao observado. No entanto, apesar dos efeitos descritos nos resultados iniciais da PMA, eles não se refletem no resultado final – a gravidez. No geral, podemos concluir, cautelosamente, que nem a ansiedade e/ou depressão, nem o stress fisiológico parecem afetar os resultados da PMA.

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Palavras-chave

β-hydroxysteroid dehydrogenase type 1 Anxiety Assisted Reproductive Technologies Cortisol Depression Follicular fluid

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