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Publicação

Avaliação e quantificação da intensidade da agitação marítima em Portugal Continental

datacite.subject.fosEngenharia e Tecnologia::Engenharia Civilpt_PT
dc.contributor.advisorSancho, Francisco
dc.contributor.advisorNeves, Maria da Graça
dc.contributor.authorBeirão, Ana Sofia da Silveira Pinto
dc.date.accessioned2016-04-20T13:33:52Z
dc.date.available2016-04-20T13:33:52Z
dc.date.issued2015
dc.date.submitted2016-04
dc.description.abstractA orla costeira Portuguesa apresenta uma considerável faixa exposta ao mar. A observação da erosão costeira, que se têm intensificado ao longo dos últimos anos, leva a uma preocupação crescente com a faixa litoral na costa Portuguesa. A presente dissertação pretende contribuir para o conhecimento necessário para a avaliação do risco de erosão na costa continental portuguesa, através da análise classificação da intensidade da agitação marítima em duas zonas distintas: a orla costeira de Espinho, na costa oeste e a orla costeira da Ria Formosa, na costa sul. Assim, desenvolveram-se e testaram-se índices (ou métodos) de avaliação da “intensidade energética” ou “intensidade da agitação marítima”, em situação de temporal, que se aplicaram aos litorais de Espinho e da Ria Formosa, comparando-se os resultados entre si, com o intuito de selecionar as classes de intensidade energética que possam ser mais adequadas à generalidade da costa continental Portuguesa. Os índices utilizados foram, além da intensidade energética aplicada em Heitor (2013), a intensidade da potência de onda, a intensidade marítima determinada pela quantidade de movimento da onda e a intensidade marítima determinada pela tensão de radiação. Da aplicação dos diferentes índices aos dados do litoral de Espinho conclui-se que os resultados dos quatro métodos estão muito bem correlacionados, sendo as diferenças muito subtis. Não é assim possível concluir, para já, sobre a vantagem ou maior adequação de um método sobre qualquer um dos outros. No entanto, da aplicação dos diferentes métodos aos dados do litoral da Ria Formosa conclui-se que os resultados dos quatro métodos diferem entre si, verificando-se que o método do fluxo de energia (ou da potência de onda) não é o método mais adequado, com fraca correlação com os outros métodos energéticos, estando os restantes três métodos bem correlacionados.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/17068
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectSWANpt_PT
dc.subjectQuantidade de movimentopt_PT
dc.subjectTensão de radiaçãopt_PT
dc.titleAvaliação e quantificação da intensidade da agitação marítima em Portugal Continentalpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Engenharia Civil – Perfil de Estruturaspt_PT

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