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Resumo(s)
ABSTRACT - Porpose: Knowing the prevalence of myopia at school age is essential to implement
preventive measures and appropriate interventions, ensure access to vision care,
promote a healthier educational environment and improve academic performance. The
purpose of this study was to determine the prevalence of myopia and its associated
sociodemographic risk factors, as well as to estimate the coverage of myopia
correction among adolescents in centre of Portugal.
Methods: This cross-sectional study evaluated 1115 adolescents from the 5th to the 9th
year of school, with an average of 12.9 years (SD=1.5) ranging from 10.0 to 18.0
years, of whom 51% were boys and 49% were girls. Optometric evaluations were
carried out in a school environment and consisted of the evaluation of distance visual
acuity, assessed using a logarithmic visual acuity chart (ETDRS charts 1 and 2) at 4
meters, and measured by refractive error with a pediatric autorefractometer (Plusoptix),
by non-cycloplegic. Myopia was defined as spherical equivalent (SE ≤ -0.50 diopter
(D)) and uncorrected visual acuity (UVA ≤ 95VAR). Adjusted logistic regression
analysis was applied to investigate risk factors.
Results: We found a myopia rate of 21.5% and 1.4% for high myopia. Higher school
level and attendance at urban schools were associated with myopia, but no association
was found with age or sex. Only 34.6% of myopic adolescents uses the best optical
correction and 26.4% do not use any type of optical correction.
Conclusions: Data on the prevalence of refractive problems in Portugal are scarce
and heterogeneous. This study, although regional, provides a valuable contribution with
a clear and reproducible methodology, following international guidelines and filling gaps
in the existing literature. The results show that the rate of myopia in this age group is
similar to reports from other European studies. The high rate of adolescents with
uncorrected or under-corrected myopia in Portugal is a problem that deserves
attention.
RESUMO - Objetivo: Conhecer a prevalência da miopia em idade escolar é essencial para implementar medidas preventivas e intervenções adequadas, garantir o acesso aos cuidados oftalmológicos, promover um ambiente educacional mais inclusivo e saudável e melhorar o desempenho académico. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência da miopia e os fatores de risco sociodemográficos associados, bem como estimar a cobertura da correção da miopia entre adolescentes numa região do centro de Portugal. Métodos: Este estudo transversal avaliou 1115 adolescentes do 5º ao 9º ano de escolaridade, com média de 12,9 anos (DP=1,5) variando de 10,0 a 18,0 anos, dos quas 51% eram meninos e 49% eram meninas. As avaliações optométricas foram realizadas em ambiente escolar e consistiram na avaliação da acuidade visual de longe, avaliada por meio de cartas de acuidade visual em escala logarítmica (tabelas ETDRS 1 e 2) a 4 metros, e na medida do erro refrativo com um autorefratómetro pediátrico (Plusoptix), sem cicloplégico. A miopia foi definida como o equivalente esférico (ES) ≤ -0,50 dioptria (D) e a acuidade visual não corrigida (AVnC ≤ 95VAR). A análise de regressão logística ajustada foi aplicada para investigar fatores de risco. Resultados: Encontramos uma taxa de miopia de 21,5% e 1,4% para alta miopia. O nível escolar mais alto e a frequência de escolas urbanas foram fatores associados à miopia, mas nenhuma associação foi encontrada com a idade ou o sexo. Apenas 34,6% dos adolescentes míopes usavam a melhor correção óptica e 26,4% não usavam nenhum tipo de correção refrativa. Conclusões: Dados sobre a prevalência de problemas refrativos em Portugal são escassos e heterogéneos. Este estudo, embora regional, fornece uma contribuição valiosa com uma metodologia clara e reprodutível, seguindo diretrizes internacionais e preenchendo lacunas na literatura existente. Os resultados mostram que a taxa de miopia nesta faixa etária é semelhante aos relatos de outros estudos europeus. A elevada taxa de adolescentes com miopia não corrigida ou subcorrigida em Portugal é um problema que merece atenção.
RESUMO - Objetivo: Conhecer a prevalência da miopia em idade escolar é essencial para implementar medidas preventivas e intervenções adequadas, garantir o acesso aos cuidados oftalmológicos, promover um ambiente educacional mais inclusivo e saudável e melhorar o desempenho académico. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência da miopia e os fatores de risco sociodemográficos associados, bem como estimar a cobertura da correção da miopia entre adolescentes numa região do centro de Portugal. Métodos: Este estudo transversal avaliou 1115 adolescentes do 5º ao 9º ano de escolaridade, com média de 12,9 anos (DP=1,5) variando de 10,0 a 18,0 anos, dos quas 51% eram meninos e 49% eram meninas. As avaliações optométricas foram realizadas em ambiente escolar e consistiram na avaliação da acuidade visual de longe, avaliada por meio de cartas de acuidade visual em escala logarítmica (tabelas ETDRS 1 e 2) a 4 metros, e na medida do erro refrativo com um autorefratómetro pediátrico (Plusoptix), sem cicloplégico. A miopia foi definida como o equivalente esférico (ES) ≤ -0,50 dioptria (D) e a acuidade visual não corrigida (AVnC ≤ 95VAR). A análise de regressão logística ajustada foi aplicada para investigar fatores de risco. Resultados: Encontramos uma taxa de miopia de 21,5% e 1,4% para alta miopia. O nível escolar mais alto e a frequência de escolas urbanas foram fatores associados à miopia, mas nenhuma associação foi encontrada com a idade ou o sexo. Apenas 34,6% dos adolescentes míopes usavam a melhor correção óptica e 26,4% não usavam nenhum tipo de correção refrativa. Conclusões: Dados sobre a prevalência de problemas refrativos em Portugal são escassos e heterogéneos. Este estudo, embora regional, fornece uma contribuição valiosa com uma metodologia clara e reprodutível, seguindo diretrizes internacionais e preenchendo lacunas na literatura existente. Os resultados mostram que a taxa de miopia nesta faixa etária é semelhante aos relatos de outros estudos europeus. A elevada taxa de adolescentes com miopia não corrigida ou subcorrigida em Portugal é um problema que merece atenção.
Descrição
Palavras-chave
Adolescence myopia myopia correction coverage urban-suburban disparity Adolescência miopia cobertura da correção da miopia disparidade urbano-suburbano
